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A Polícia Rodoviária Federal registrou queda nas estatísticas do Carnaval

Brasília, 14 de fevereiro 2013 – A Polícia Rodoviária Federal registrou queda nas estatísticas do Carnaval nos 70 mil quilômetros de rodovias federais brasileiras. Entre zero hora de sexta-feira (08/02) e meia noite de quarta-feira de Cinzas, a PRF computou queda de 18% no número de mortes, de 19% no total de feridos e de 10% no número de ocorrências. Em seis dias de operação, foram 3.149 acidentes, com 157 mortes e 1.793 feridos. Em 2012, a PRF contabilizou 3.499 acidentes, com 192 mortes e 2.207 feridos.

No cruzamento com a frota de veículos, outro índice utilizado pela PRF para medir a curva da violência nas rodovias federais, a queda é ainda mais expressiva: menos 24% mortes. Também há queda de 25% no total de feridos e de 17% no total de acidentes. Neste cruzamento, foi registrada a maior redução da taxa de acidentes por frota nos últimos 10 anos. Atualmente, a frota brasileira é 76,1 milhões de veículos. Em 2012, era de 70,5 milhões.

Com o endurecimento da chamada ‘Lei Seca’, o foco principal da Polícia Rodoviária Federal no Carnaval foi na fiscalização de alcoolemia. Nos seis dias de folia, a PRF realizou 86.224 testes de etilômetros, aumento de 183% em relação a 2012 (30.425 testes, 1.410 autuações). No total, 1.932 condutores foram autuados e tiveram suas carteiras de habilitação recolhidas.

Destes, 607 foram presos em flagrante por crime de trânsito. Foram, em média, 14 mil testes por dia, quase 600 por hora. De acordo com as estatísticas, 2,24% dos motoristas foram reprovados pelos etilômetros e 0,07%, presos. Os estados com mais testes realizados foram Minas Gerais (14.073), Paraná (9.516) e Rio Grande do Sul (7.623). Minas apresentou o maior número de motoristas reprovados no etilômetro e de prisões, 269 e 74, respetivamente.

Na avaliação da Polícia Rodoviária Federal, a somatória de esforços do Governo Federal
refletiu diretamente no resultado. Primeiro, a integração dos ministérios envolvidos com o tema ‘Trânsito’ (Justiça, Cidades, Transportes e Saúde, sob coordenação da Casa Civil) em torno do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada), que realizou campanhas
publicitárias de esclarecimento sobre o perigo de beber e dirigir. Tal integração levou,
inclusive, a uma edição especial do programa “Café com a Presidenta” sobre o tema.

A PRF também destaca o esforço legal para endurecer a legislação. Com a nova redação dada ao Código de Trânsito Brasileiro, foi extinta qualquer margem que permita a alguém beber e dirigir. O Brasil adotou, assim, a Tolerância Zero, medida já adotada por vários países.

Outro esforço governamental importante afetou diretamente a fiscalização da Polícia
Rodoviária Federal: o aumento do efetivo da PRF em cerca de 1.100 Policiais Rodoviários
Federais, desde o Carnaval 2012. Pela primeira vez desde que foi criada, em 1928, a PRF foi para uma operação com mais de 10 mil policiais em escala de plantão.

Esse incremento no efetivo permitiu que o esforço de fiscalização durante o Carnaval de 2013 fosse 50% maior que um dia normal e 20% superior ao Carnaval do ano passado. A PRF destaca, ainda, a instalação, pelo DNIT, de equipamentos de fiscalização eletrônica para reprimir os abusos de velocidade.

Drama e irresponsabilidade

Durante a Operação Carnaval de 2013, a PRF registrou duas ocorrências que fugiram aos
padrões considerados normais de acidentes. No primeiro caso, registrado em Mato Grosso no dia 09/02, um condutor com histórico de uso de drogas arremessou o carro que dirigia contra uma carreta, matando a si, a esposa e os dois filhos. Segundo levantamentos, ele não aceitava a separação.

Noutro episódio, desta vez em Minas Gerais, sete membros de uma mesma família se
acidentaram na volta de uma festa, quando o motorista, embriagado, perdeu o controle do
veículo que dirigia. Detalhe: todos estavam num automóvel Ford Ka, que tem capacidade para quatro pessoas.


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