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DILMA CONCLUI QUADRO DE NOVOS MINISTROS DO SEU SEGUNDO MANDATO


A presidente Dilma Rousseff acertou nesta quarta-feira, 31, a última mudança em seu ministério e anunciou o embaixador nos Estados Unidos, Mauro Vieira, como o novo ministro das Relações Exteriores. Luiz Alberto Figueiredo, troca de lugar com Vieira e assume a embaixada em Washington.

Segundo informações do Estadão, essa foi a última lista da reforma ministerial para o início do segundo mandato e a única mudança foi no Itamaraty. Os demais 13 nomes foram mantidos do mandato atual.

Extremamente criticado dentro e fora do ministério, Figueiredo tinha um bom relacionamento com Dilma por acatar sem muitos questionamentos as ordens presidenciais. Mas não tinha força para melhor a situação de um ministério já desgastado e sem prestígio. Fora dali, por ter quase nenhuma experiência na área comercial, Figueiredo foi criticado por não conseguir contrabalançar a própria falta de interesse da presidente na política externa. Nas últimas semanas, diversos nomes chegaram a ser cogitados. Entre eles, o do ex-chanceler e ex-ministro da Defesa Celso Amorim.

Pressionada por Lula, que queria de volta seu antigo ministro, Dilma chegou a trabalhar com a hipótese de nomear Amorim, trazer Vieira para ser secretário-geral e enviar Figueiredo para Washington. Chegou-se a ventilar que Amorim não teria aceitado, mas o próprio embaixador informou ao Estado que não fora sondado. Mauro Vieira era um dos nomes mais fortes, já que Dilma gosta do embaixador, um dos seus preferidos em uma área com a qual não tem intimidade e nem muita paciência. A mudança de chanceler chegou a travar a última divulgação da equipe. Os demais ministros anunciados hoje eram nomes que já estavam definidos que iriam ficar ou que serão trocados, mas não são casos considerados emergenciais.

No último dia do primeiro mandato, Dilma também confirmou 13 ministros nos atuais cargos, entre eles Aloizio Mercadante na Casa Civil, José Eduardo Cardozo na Justiça e Artur Chioro na Saúde. A presidente resistiu à pressão do PT, que queria o Ministério do Trabalho para compensar a perda da Educação para Cid Gomes (Pros), e manteve o pedetista Manoel Dias no controle da pasta.

Dilma também não cedeu ao setorial de direitos humanos do PT, que cobrou a substituição de Ideli Salvatti da Secretaria de Direitos Humanos, criticada por ter pouca afinidade com a área. A lista de ministros que permanecem nos cargos inclui ainda Eleonora Menicucci (Secretaria de Políticas para as Mulheres), Guilherme Afif Domingos (Micro e Pequena Empresa), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), José Elito (Segurança Institucional), Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União), Marcelo Neri (Assuntos Estratégicos), Tereza Campello (Desenvolvimento Social) e Thomas Traumann (Comunicação Social).


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