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AUMENTA PRESSÃO NO BC DEPOIS DE CORTE DE GASTOS NO GOVERNO

AUMENTA PRESSÃO NO BC DEPOIS DE CORTE DE GASTOS NO GOVERNO

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou a nova meta fiscal do governo federal que estima meta de redução de 44 bilhões do orçamento.  Segundo ele a medida poderia induzir o Banco Central (BC) a diminuir o ritmo de elevação da taxa básica de juros, Mantega foi direto: “A política fiscal que estamos fazendo permite, sim, que a política monetária seja menos severa”.
A resposta do ministro tem endereço certo. Desde o ano passado, o mercado tem elevado as apostas de que o BC vai apertar mais os juros para compensar o aumento dos gastos públicos, que pressionam a inflação. Desde abril, o BC elevou a Selic da mínima histórica de 7,25% ao ano para o atual patamar de 10,5% ao ano. Nos últimos dias, o mercado vinha apostando que, se o “sinal fiscal” fosse forte, o BC poderia reduzir o ritmo de aumento de 0,5 ponto porcentual para 0,25 ponto porcentual a cada reunião.
A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) será na semana que vem. O BC pode começar a preparar o terreno para o fim do ciclo de aperto monetário, iniciado em abril do ano passado. A análise dos diretores do BC também deve levar em conta a queda na geração de vagas formais de trabalho em janeiro e a prévia da inflação oficial, que o IBGE divulga hoje.


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