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BAHIA CONTABILIZA 22 MIL POSTOS DE TRABALHO EM 2014

 

BAHIA CONTABILIZA 22 MIL POSTOS DE TRABALHO EM 2014


De janeiro a dezembro de 2014, a Bahia contabilizou saldo positivo de 22.008 postos de trabalho. Contudo, no mês de dezembro houve saldo negativo de 20.749 postos de trabalho formais, fruto da diferença entre o total de 47.060 admissões e 67.809 desligamentos.

Nos resultados, do acumulado do ano, a participação do interior foi quase quatro vezes maior do que a contribuição da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Enquanto no interior surgiram 17.432 postos de trabalho com carteira assinada, na RMS foram criados 4.576 empregos formais.

No acumulado do ano, dos oito setores de atividade, três registraram saldo positivo, aparecendo com maior saldo o segmento de serviços, que gerou 24.032 novos postos de trabalho. Em seguida, aparecem os setores de comércio (+8.967 postos) e de administração pública (+67 postos).

Entre os setores que apresentaram saldo negativo, no acumulado do ano, estão construção civil (-7.621 postos), indústria de transformação (-1.897 postos), agropecuária (-1.014 postos), extrativa mineral (-348 postos) e serviços industriais de utilidade pública (-178 postos).

Com o resultado, a Bahia ocupou, em 2014, a segunda posição na geração de empregos no Nordeste. O Ceará continua na primeira posição, com o saldo de 47.372 postos de trabalho. Em terceiro lugar, na região, está a Paraíba (+16.326 postos), seguido pelo Piauí (+11.001 postos), Rio Grande do Norte (+10.161 postos), Sergipe (+8.913 postos) e Maranhão (+871 postos). Os estados de Pernambuco (-13.793 postos de trabalho) e Alagoas (-3.337) registraram saldos negativos no Nordeste.

As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

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23/01 – 18h58m
PETRÓLEO TIPO BRENT FECHA EM ALTA, APÓS MORTE DO REI SAUDITA


O petróleo Brent fechou em alta nesta sexta-feira (23), com incertezas sobre a produção de petróleo da Arábia Saudita após a morte do rei Abdullah, enquanto nos Estados Unidos os preços caíram com relatos sobre uma construção de um centro de armazenamento de Cushing, Oklahoma, e o desligamento parcial de uma refinaria de Indiana.

O mercado acredita que Salman, irmão do falecido rei e sucessor ao trono saudita, deve manter a atual política da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de  manter a produção de petróleo estável para proteger participação de mercado.

“Toda vez que há incerteza no mercado, você tende a ter suporte”, disse Bob Yawger, da Mizuho Securities EUA.

O petróleo Brent fechou em alta de 0,27 dólar, ou 0,56%, a US$ 48,79 por barril. Já o petróleo nos Estados Unidos fechou em queda de 0,72 dólar, ou 1,55%, cotado a US$ 45,59 por barril. (Reuters)


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