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Bate-boca na Assembleia após almoço de deputados com Casagrande

assembleia_legislativa__a77574e009O almoço servido do Palácio Anchieta, nesta terça-feira (10), aos deputados estaduais, pelo visto, não foi bem digerido na Assembleia Legislativa. Logo após o encontro, houve bate-boca entre deputados, clima de ameaças e até dedo em riste entre os colegas. O motivo da confusão, transmitida ao vivo pela TV Assembleia, foi a retirada do requerimento de convocação do procurador-geral do Estado, Rodrigo Júdice, para prestar esclarecimentos sobre o pagamento dos 11,98% dos servidores da Casa. Um dos mais exaltados foi o deputado Paulo Roberto (PMDB). O parlamentar chegou a dizer que a Assembleia não poderia “ficar de quatro” para o Executivo. No meio do olho do furacão, Euclério acabou recuando e retirou o pedido de convocação.

Indigestão
Durante discurso, Paulo Roberto ameaçou revelar bastidores sobre a novela do pagamento do reajuste. O presidente da Casa, Theodorico Ferraço (DEM), não deixou por menos, bateu boca e disse que, se tivesse algo para falar, que era para aproveitar o momento e não ficar de ameaças. Paulo Roberto rebateu. “O cardápio de hoje [do almoço] não pode influenciar tanto a ponto dessa Casa se curvar de quatro. Quem tem que dar voto de confiança para a Assembleia é o Governo”.

Ofendido
Após o bate-boca, os ânimos se acalmaram, mas o deputado Sandro Locutor usou o microfone para pedir respeito dos colegas. A insatisfação foi por causa da expressão usada por Paulo Roberto de que a Casa estava “de quatro” para o Governo. “Em momento nenhum me coloco de quatro para ninguém. Nós temos que ter respeito mútuo. A Mesa tem que estar atenta porque isso pode ser considerado falta de decoro”.

Ofendida
No mesmo coro, a deputada Janete de Sá (PMN) também destacou que membros de outros poderes não gostam de ir à Assembleia porque acabam sendo desrespeitados. “É chato, desagradável chamar os outros de covarde, dizer que fulano é frouxo. Isso é uma afronta”, disse ela lembrando a declaração de Euclério contra o comandante da Polícia Militar, Edmilson dos Santos. Pronto, foi o motivo para os ânimos se exaltarem de novo.

Clima tenso
O pedetista ficou revoltado e pediu respeito para Janete. “Eu não respondo a nenhum processo administrativo. A senhora me respeita”, rebateu lembrando o momento que a colega foi flagrada em um posto de gasolina comprando bebida alcoólica com carro oficial. O presidente Theodorico Ferraço precisou intervir para o tempo não fechar de vez.

Barraco que segue
Durante a tumultuada sessão, Euclério também falou sobre a ameaça que teria sofrido do comandante da Polícia Militar após ter sido chamado de frouxo pelo parlamentar. Segundo ele, seu aparelho de telefone já foi encaminhado para a perícia e até boletim de ocorrência também foi registrado. A assessoria de imprensa da PM informou que Edmilson não iria comentar nada sobre o assunto.

Sem festa
A prefeitura de Vila Velha decidiu cancelar a festa de final de ano que seria promovida para os servidores no próximo sábado, na Barra do Jucu. Segundo o comunicado oficial, a decisão foi tomada devido à baixa adesão dos funcionários. É que cada um teria que pagar R$ 25 e o valor não incluía bebida alcoólica. Quem fez o pagamento vai ter o dinheiro devolvido. Não está fácil para ninguém…


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