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Brasil vence Egito na Olimpíada

Depois de um primeiro tempo de brilho e três gols de vantagem, o Brasil cochilou, a defesa errou e por pouco o Egito não conseguiu um empate, que pelas circunstâncias, seria catastrófico. Ao final, a vitória por 3 a 2 foi justa, mas preocupante pela indolência apresentada pela equipe de Mano Menezes. O time canarinho volta ao campo no próximo domingo quando enfrentará a Bielorússia, as oito horas da manhã.

Show canarinho no primeiro tempo e uma vantagem considerável

Futebol arte. Se é que a expressão ainda se permite utilizar, a atuação do Brasil contra o Egito nos primeiros 45 minutos do futebol masculino nos Jogos Olímpicos trouxe esperança. Não obstante ao fato do adversário possuir suas fragilidades, o futebol canarinho funcionou, ignorou a pressão da estreia e impôs a camisa amarela como há muito não ocorria.

O jogo começou equilibrado. Logo nos primeiro minutos, Thiago Silva falhou na saída de bola e por pouco o time egipcio não abriu o placar.

O Brasil deu mostras de sua superioridade aos nove minutos, quando no primeiro lance ofensivo, Oscar fez boa jogada, acionou Neymar que chutou para boa defesa de Elshenawi. Foi o lance chave para o time canarinho mostrar quem dava as cartas.

O placar foi inaugurado aos 16 minutos do primeiro tempo. Oscar, maestro da equipe, tocou para Rafael pela direita invadir, driblar e finalizar sem chances para o goleiro adversário. O tento conferiu ainda mais confiança ao time de Mano, que se empolgou, foi para cima com Neymar em ótimo lance aos 23, quando levantou as arquibancadas e acabou por ampliar aos 25, quando Oscar dominou a bola após falha da zaga, driblou o goleiro e tocou para Damião, livre, chegar de trás para finalizar.

A Seleção Brasileira praticamente definiu o duelo aos 29. Neymar puxou contra-ataque pela direita e tocou para Hulk. O atacante foi à linha de fundo, cruzou e o próprio Neymar decidiu de cabeça. 3 a 0.

O Brasil trocava passes com ares de superioridade. Embora o Egito tivesse mais a posse de bola, estava longe de ser o dono do jogo e nesta lógica, o primeiro tempo da jornada olímpica não poderia ser melhor.

O canarinho quase voou de vez aos 40 e aos 41, momentos em que Hulk quase marcou duas vezes, entretanto, o placar parcial foi mesmo o de três gols de vantagem.

Chochilo, susto egípcio e a primeira vitória brasileira

Assim como na primeira etapa, a Seleção Egípicia comecou o período complementar melhor. Relaxado, o Brasil concedeu oportunidades e o Egito foi capaz de diminuir. Aos seis minutos, em lance confusou dentro da área, Aboutrika completou para o gol.

A seleção brasileira tentou responder aos oito, quando Elshanawi foi novamente obrigado a fazer bela defesa após cabeceio de Neymar.

O jogo passara a ser mais aberto e num cochilo da defesa brasileira, Salah ficou livre, na frente de Neto e quando ia marcar, foi bloqueado por Marcelo na popular hora h. Aos 15 minutos, nova oportunidade egípicia. Faith chutou com força da intermediária bola que passou perto.

O Brasil passou a administrar a vantagem de dois gols, tocar e segurar a bola. A estratégia era eficiente até os 30 minutos do segundo tempo, quando em mais uma confusão defensiva, Mohamed Salar conseguiu se desvencilhar de Juan e na meia-lua, tocou colocado no canto direito de Neto, que até poderia ter chegado, mas não chegou.

O placar nitidamente animou o Egito e trouxe desconforto ao Brasil. As chances claras de gol não ocorriam, mas o clima era de Guerra Fria, em outras palavras, a qualquer momento ambos os lados poderiam atacar com eficácia. Ganso quase marcou de falta aos 42 do segundo tempo, mas a vitória, embora não tenha sido a dos sonhos, resultou nos mesmos três pontos.


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