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Caso Yoki: “Investigação está praticamente encerrada”, diz delegado

O delegado Jorge Carrasco, diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), descartou a necessidade de realizar novas perícias ou colher novos depoimentossobre o assassinato do empresário Marcos Matsunaga, diretor executivo do grupo Yoki. “A investigação está praticamente encerrada”, disse o diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Jorge Carrasco. A polícia aguarda apenas o resultado dos laudos das perícias realizadas no apartamento do casal Matsunaga para pedir a prisão preventiva de da autora confessa do crime. Elize Araújo Matsunaga foi presa temporariamente no último dia 4, inicialmente por cinco dias. Após a confissão do crime, na última quarta-feira, Elize teve sua prisão temporária prorrogada por mais 15 dias.

No depoimento, ela assumiu a autoria do crime e deu detalhes de como matou e esquartejou o corpo do marido. Segundo ela, o casal estava apenas com a filha de um ano de idade em casa na noite do último dia 19 de maio, quando iniciaram uma discussão. Elize havia contratado os serviços de um detetive particular e descoberto provas da traição do marido. A discussão também girou em torno de uma disputa pela guarda da filha, em caso de uma provável separação.

A reportagem de capa da edição de VEJA que chega às bancas neste sábado conta a história do casal Marcos Kitano Matsunaga e Elize Araújo. Ele, um jovem tímido que estudou em dois dos melhores colégios particulares de São Paulo – o Rainha da Paz e o Santa Cruz – antes de se graduar em administração pela Fundação Getúlio Vargas. Ela a moça pobre do interior do Paraná  que teve de se prostituir nos primeiros anos em São Paulo. Foi assim que Macos Matsunaga a conheceu, em 2004, pelas páginas do site MClass, no qual garotas de programa anunciam seus serviços.

Matsunaga era casado e os dois inciaram um relacionamento clandestino que durou três anos, até que ele decidiu se divorciar para ficar oficialmente com Elize. A história começou a perder o brilho de conto de fadas por causa do ciúme excessivo de Elize. Ela desconfiava muito do marido e constantemente o acusava de flertar com outras mulheres. Chegou a obrigá-lo a demitir uma secretária, depois de entrar no escritório dele e encontrar os dois sorrindo. Foi por causa desse ciúme que ela decidiu contratar um detetive para espioná-lo e, assim, ficou sabendo que ele a traía. A reportagem revela também, em detalhes, a discussão do casal antes de Elize disparar a pistola calibre .380 contra a cabeça do marido, na noite dia 19 de maio.

 


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