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Cuidado com cartão clonado

Os segurados do INSS e outros clientes bancários podem adotar algumas medidas de proteção para evitar a clonagem de seus cartões, evitando a má surpresa de chegar ao banco e descobrir que o benefício mensal ou o salário já foi sacado por outra pessoa. O maior risco de fraude envolve os cartões que não têm chip, permitindo que o uso em diversas transações — como compras, pagamentos e retiradas — seja feito sem a necessidade de digitação de uma senha, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Nesses casos, os golpistas encontram facilidade de ação, falsificando apenas a assinatura. O cartão clonado pode ser facilmente usado em estabelecimentos comerciais, já que raramente o vendedor solicita a apresentação de um documento de identidade com foto para confirmar a titularidade. Quando o cartão tem chip, o que exige o uso de uma senha para que a operação seja concluída, o cliente também deve ter muito cuidado ao digitá-la, observando se não está sendo vigiado.

A primeira dica para se proteger é nunca emprestar seu cartão a ninguém nem permitir que estranhos o examinem sob nenhum pretexto, pois pode haver a troca sem que o titular perceba. Quando precisar digitar a senha para fazer uma compra, o consumidor também deverá verificar se está preenchendo o campo correto. Podem ocorrer casos em que ele digita a informação apenas para que o golpista consiga olhar e memorizar os números.

No caso que foi mostrado na última terça-feira (1) pelo EXTRA, o segurado do INSS Jaime Meneses, de 52 anos, teve seu cartão clonado.

— Não me lembro de nenhum momento suspeito antes da clonagem. Quem fez isso, com certeza, tem experiência e conhecimento técnico — disse o segurado, que recebe auxílio-doença do INSS.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) elaborou uma lista de medidas de segurança que devem ser adotadas pelos segurados do INSS e por quaisquer outros clientes bancários, para que possam se precaver de possíveis golpes.

COMO SE PROTEGER

SOBRE A ASSINATURA: Não deixe o cartão sem assinatura. Antes de assinar a via do comprovante da operação, confira o valor da compra declarado no visor da máquina.

SOBRE A SENHA: Confira se está digitando a senha do cartão de crédito ou débito no campo correto. Cuidado para que ninguém observe a digitação da senha. Ao receber de volta o cartão, verifique se é efetivamente o seu. Se não conseguir memorizar a senha e precisar anotá-la, guarde a anotação em lugar diferente do cartão, reduzindo os riscos em caso de roubo ou perda.

CAIXA ELETRÔNICO: Em caso de retenção do cartão pelo caixa automático, é necessário apertar a tecla “anula” ou “cancela”, e comunicar o fato ao banco imediatamente. O primeiro passo é utilizar o telefone da cabine. Se o aparelho não estiver funcionando, pode ser uma tentativa de golpe. Nesses casos, nunca aceite a ajuda de desconhecidos e, caso se apresentem como funcionários, observe se estão uniformizados e portando o crachá de identificação da instituição financeira.

CAIXA MODIFICADO: Se o caixa eletrônico parecer violado, não o utilize. Muitas violações dos terminais de autoatendimento parecem perfeitas, mas não são. Em geral, deixam marcas, como placas desalinhadas e telas mais salientes do que o normal. Se desconfiar da aparência ou considerar estranha a estrutura externa do caixa eletrônico, não insira o cartão. Procure um funcionário da agência ou ligue para o banco.(Mario Campagnani)


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