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Denúncias da Lava Jato mostram crimes em família

André Vargas, quando era deputado

As novas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal à Justiça na quinta-feira, 14, contra os ex-deputados André Vargas (ex-PT/PR) e Pedro Corrêa (PP-PE) atingiram o seio de suas famílias. Além dos políticos, foram denunciados também os irmãos de André Vargas e dois filhos e a nora de Pedro Corrêa. “O envolvimento de família em esquema de lavagem de dinheiro não é um fenômeno recente, é algo que reconhecido como uma tipologia internacional de lavagem de dinheiro há muito tempo. Familiares são escolhidos para fazer este tipo de tarefa, porque são pessoas de estreita confiança dos criminosos, e eles podem acreditar e confiar que aquelas pessoas não vão narrar estes crimes para frente, não vão confessar e reconhecer contra sua vontade”, explica o procurador Deltan Dallagnol, que integra a força tarefa da Lava Jato. Os ex-parlamentares são acusados de lavagem de dinheiro, corrupção e peculato. André Vargas é acusado também de organização criminosa. Ele tem 51 anos e é o mais velho dos três irmãos denunciados – Milton tem 49 anos e Leon, 47. Segundo o Ministério Público Federal, entre 26 de outubro de 2010 e 2 de abril de 2014, após a deflagração da Operação Lava Jato, os três irmãos, o publicitário Ricardo Hoffmann e outras pessoas não identificadas, “de modo consciente, voluntário, estável e em comunhão de vontades, promoveram, constituíram e integraram, pessoalmente, uma organização criminosa que tinha por finalidade a prática de crimes de corrupção ativa e passiva em face da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Saúde e a lavagem dos recursos financeiros auferidos desses crimes”.


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