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Deputados boicotam CPI e criam mal estar entre Ales e Palácio

A sessão da Assembleia Legislativa desta segunda-feira esquentou com o boicote de alguns deputados contra a abertura de uma CPI do pó preto, que seria criada na Casa se os parlamentares não tivessem retirado as assinaturas do documento. O republicano Gilsinho Lopes liderou o coro dos insatisfeitos e acusou o Palácio Anchieta de ser o responsável pela manobra. Segundo ele, houve uma reunião entre o deputado Gildevan Fernandes, presidente da Comissão de Meio Ambiente, e o secretário da Casa Civil, Luiz Ciciliotti. Após o encontro teria acontecido o boicote contra a CPI.

Revolta
Com um discurso inflamado, Gilsinho exibiu no painel eletrônico da Casa imagens da entrada de um executivo de uma empresa acusada de poluição na Assembleia. Ele teria visitado vários deputados e depois das reuniões a CPI naufragou.

Manobra 
O deputado Euclério Sampaio (PDT) também criticou a manobra que acabou com o fim da CPI e disse que a situação deixa na sociedade a impressão que a Assembleia é manipulada pelo Executivo. “E não é isso que acontece”, disse o pedetista. O clima ficou pesado.

Conselheiro
Enquanto nos bastidores circula a informação de que há uma lista de apoio para a indicação do deputado Sérgio Borges (PMDB) ao Tribunal de Contas, o peemedebista Hércules Silveira, colega de partido, já avisou que não vai votar em nenhum colega de plenário. Segundo ele, seu voto será de um candidato indicado pelo Ministério Público de Contas.

Cenas de guerra 
O protesto em Vitória que parecia pacífico quando foi iniciado na noite desta segunda-feira acabou em cenas de vandalismo e destruição na porta da residência oficial do governador Renato Casagrande, em Vila Velha. O Batalhão de Missões Especiais (BME) reagiu com gás de pimenta, balas de borrachas e bombas de efeito moral. Carros de equipes de reportagem foram danificados e prédios destruídos. Lamentável essa cena de guerra…

Novato 
O juiz Federal José Eduardo do Nascimento assumiu como membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), na classe dos Juízes Federais, para um mandato de dois anos. Como suplente, permanece o juiz Federal Fernando César Baptista de Mattos. Nascimento substitui o juiz Ricarlos Almagro Vitoriano Cunha, que encerrou o seu mandato na corte na semana passada.

O jornalista Josué de Oliveira conta para os leitores tudo o que acontece nos corredores dos Três Poderes do Espírito Santo.


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