banner
publicidade
publicidade

Empresário analisa crise no Carnaval: “Não há camarote se não há o que assistir”

Empresário analisa crise no Carnaval: “Não há camarote se não há o que assistir”

Empresário analisa crise no Carnaval:

Foto: Marcos Costa/Ag. Haack/Agecom)

A crise no Carnaval de Salvador foi comentada pelo presidente da Associação Baiana de Camarotes, Clínio Bastos, em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (13). Para Bastos, a indústria de entretenimento passou por um momento complicado no ano de 2016, porém houve uma grande melhora neste ano. “Como toda e qualquer atividade sofre com a retração na economia. Isso impacta no patrocínio, isso não foi diferente na área de entretenimento. Sofremos no final do ano e começamos o verão com muita força. Poderemos ter um Carnaval com bom resultado”, analisou.

Na oportunidade, o empresário também comentou as taxas e impostos cobradas pela Prefeitura de Salvador. Sobre a questão de impostos, que todo setor tem que pagar, nossa maior preocupação não é o que elas podem impactar nos grande produtos, já que eles têm gordura para queimar, mas nas pequenas agremiações, para os que estão começando a dificuldade é maior. Existem uma série de vigências legais”, ressaltou.

“Quando nós começamos com o movimento de camarotes e de blocos, a realidade era diferente. Hoje é diferente de antes. Nós criamos um modelo de sucesso no Brasil, exportamos esse modelo, mas precisamos de ajustes. Nós somos oriundos da rua, o objetivo do camarote é para um público que gosta de curtir Carnaval, mas não necessariamente participa dele. Com o enfraquecimento da rua, nós também perdemos. Nossa essência é a rua. Não há camarote se não há o que assistir”, disse.


Comentários



radio
radio destaque
Fale conosco
TEIXEIRA VERDADE
CNPJ:14.898.996/001-09
E-mail - teixeiraverdade@gmail.com
Tel: 73 8824-2333 / 9126-9868 PLUG21