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Famosos que compraram carros com máfia são investigados pela PF

DivulgaçãoApós da mega operação pela Polícia Federal (PF) realizada em 14 estados brasileiros mais o Distrito Federal para desmanchar esquema de jogos de azar e contrabando de veículos de luxo seminovos, comércio ilegal de pedras preciosas e de adulteração de hodômetros de carros antigos, tiveram seus automóveis confiscados os jogadores de futebol Emerson, o Sheik, do Corinthians; Diguinho, do Fluminense; Kleberson, do Atlético Paranaense, e os cantores Latino e Belo.

Conforme as investigações, o grupo teria se beneficiado do esquema montado pela máfia israelense e os bicheiros do Rio de Janeiro para venderem seus veículos de luxo com um preço muito abaixo do valor de mercado.

Durante a operação denominada Black Ops, foram apreendidos 35 carros de luxo em todo o território nacional, dentre eles havia um Lamborghini Gallardo LP 560, avaliado em R$ 1,3 milhão, em, São Paulo.

A PF apreendeu em Curitiba, no Paraná, na casa do jogador Kleberson, um Jeep Hummer. Em nota o atleta informou que comprou o automóvel “em uma empresa de funcionamento regular e que valor foi pago integralmente , de forma ajustada, e como consta na nota fiscal” emitida em seu nome.

Além de Kleberson, os outros jogadores envolvidos na investigação juntamente com os cantores Latino e Belo, informaram que as documentações dos carros estão corretas.

Ainda segundo as investigações federais, os famosos e empresários que adquiriram seus automóveis, teriam comprado com a quadrilha obtendo descontos de até R$ 150 mil. Caso não consigam comprovar que compraram o carro de forma correta, os seus proprietários poderão ser processados pelo crime de contrabando.

 


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