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Fibria anuncia novos ganhos de produtividade das obras de ampliação da unidade de Três Lagoas (MS), que já chegam a 54% de execução física

Fibria anuncia novos ganhos de produtividade das obras de ampliação da unidade de Três Lagoas (MS), que já chegam a 54% de execução física

 

Empresa informa que posição de caixa mais volume de financiamentos já contratados são suficientes para a conclusão do Projeto Horizonte 2 e para cumprir com todas as obrigações financeiras até 2018.

 

Aracruz (ES), 21 de setembro de 2016 – A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, anuncia hoje novos ganhos de produtividade na execução do projeto de ampliação da sua unidade em Três Lagoas (MS). Em razão do bom andamento da obra e de condições favoráveis obtidas nas negociações com fornecedores, o investimento total da Fibria no Projeto Horizonte 2 passa de US$ 2,5 bilhões para US$ 2,3 bilhões, uma economia de US$ 200 milhões. O anúncio da Fibria acontece durante o 5º Investor Tour, encontro anual que reúne analistas de mercado e investidores na unidade da empresa em Aracruz (ES).

 

“Com ganhos de eficiência, produtividade e competência nas negociações, conseguimos reduzir o volume de investimento, mas mantendo a mesma capacidade de produção na nova linha de produção de Três Lagoas (MS), que é de 1,950 milhão de toneladas de celulose/ano, fortalecendo a nossa posição de líder global do setor”, diz o presidente da Fibria, Marcelo Castelli.

 

Segundo Castelli, as obras de ampliação da unidade da Fibria em Mato Grosso do Sul seguem dentro do cronograma e atualmente já atingiram 54% da execução física total. A previsão para a conclusão do Projeto Horizonte 2 se mantém para o início do quarto trimestre de 2017.

 

O diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Fibria, Guilherme Cavalcanti, destaca que toda a estrutura de financiamento do Projeto Horizonte 2 já está devidamente contratada. Além disso, ele ressalta que a companhia possui atualmente uma estrutura de capital bem confortável.

 

“A posição de caixa da Fibria, em torno de US$ 870 milhões, mais os financiamentos já contratados, além da própria geração de caixa livre da empresa, são suficientes para a execução do Projeto Horizonte 2, para distribuir dividendos mínimos e ainda amortizar as dívidas até 2018, sem a necessidade de contratar novas dívidas, que só serão feitas se forem boas oportunidades de mercado e de demanda pelo nosso crédito”, afirma Cavalcanti.

 

O diretor de Finanças e RI da Fibria lembra que, nos sete primeiros meses deste ano, a demanda de celulose na China cresceu 23%, ou seja, 836 mil toneladas, quando comparada ao mesmo período do ano anterior, conforme relatório divulgado pelo PPPC (Pulp and Paper Products Council). O crescimento global do mercado, considerando todas as regiões, foi de 922 mil toneladas de celulose nos mesmos sete meses. Do lado da oferta, já existe, segundo consultorias especializadas no setor, como a RISI, a expectativa de redução nos próximos doze meses de cerca de 600 mil a 1 milhão de toneladas, devido principalmente à conversão de fábricas que produziam celulose de fibra curta para celulose solúvel, sendo esse um outro mercado que não concorre com o produto da Fibria.

 

Além da atualização sobre o andamento do Projeto Horizonte 2, os participantes do Investor Tour também irão conhecer a planta piloto do Centro de Tecnologia da Fibria, em construção, desde maio, na unidade de Aracruz (ES), com conclusão prevista para dezembro deste ano e início da operação no primeiro trimestre de 2017. A estrutura tem como função acelerar as pesquisas e os projetos em desenvolvimento, sendo constituída de três unidades piloto: planta de refino, planta de produção de papel e planta de produção de nanocelulose. Todas as plantas pilotos são unidades não comerciais.

 

“As plantas piloto têm como principal função testar as tecnologias em desenvolvimento no Centro de Tecnologia, apontando os desafios e antecipando resultados da aplicação industrial. Esse investimento reforça o compromisso da Fibria com a inovação e com a diversificação dos negócios de base florestal da empresa”, afirma o diretor de Inovação e Tecnologia da Fibria, Fernando Bertolucci.

 

Para Vinicius Nonino, diretor de Novos Negócios da Fibria, há uma tendência mundial de inserção da nanocelulose em diferentes aplicações, em setores como papel, cimentos e produtos medicinais. Essas aplicações, uma vez confirmadas, poderão significar uma importante avenida de diversificação dos negócios da Fibria, com forte agregação de valor.

 

 

A Fibria acaba de conquistar o primeiro lugar no ranking “Melhor Analyst Day”, pela revista Institutional Investor. O Investor Tour é um dos principais eventos que contribuem para essa colocação da companhia entre as principais empresas de capital aberto do setor no país.

 

Sobre a Fibria

Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa que procura atender, de forma sustentável, à crescente demanda global por produtos oriundos da floresta. Com capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, a companhia conta com unidades industriais localizadas em Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Três Lagoas (MS), além de Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint-operation com a Stora Enso. A companhia possui 969 mil hectares de florestas, sendo 568 mil hectares de florestas plantadas, 338 mil hectares de áreas de preservação e de conservação ambiental e 63 mil hectares destinados a outros usos. A celulose produzida pela Fibria é exportada para mais de 40 países. Em maio de 2015, a Fibria anunciou a expansão da unidade de Três Lagoas, que terá uma nova linha com capacidade produtiva de 1,95 milhão de toneladas de celulose por ano, e entra em operação no início do quarto trimestre de 2017. Saiba mais em www.fibria.com.br

 

 


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