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Fibria mobiliza 1.750 trabalhadores em manutenção de fábrica

Fibria mobiliza 1.750 trabalhadores em manutenção de fábrica

 

85 empresas participam da operação, que começou no domingo (9) e vai até o dia 19 de fevereiro.

A Fibria iniciou neste domingo (9) a Parada Geralda Fábrica “C”, uma ação estratégica de manutenção preventiva que visa assegurar a integridade e eficiência dos equipamentos. A operação iniciada na fábrica mais nova do complexo industrial vai até o dia 19 de fevereiro. Durante esse período, a PG vai mobilizar mais de 1.750 trabalhadores de 85 diferentes empresas. Cerca  de 77% deste efetivo são trabalhadores do Espírito Santo.

A PG absorve o serviço de empresas especializadas nesse tipo de trabalho. Entre as 85 envolvidas na operação, 65 são capixabas e 21 são da região de Aracruz, onde a Fibria está instalada. As manutenções de fábrica são atividades que contribuem para o desenvolvimento de fornecedores específicos,muitos dos quais começaram prestando serviços à Fibria e hoje atendem empresas de diferentes segmentos em várias partes do país e até no exterior, segundo observou o gerente de Manutenção da Fibria, Aureo Machado Neto.

Boa parte dos especialistas que atuam numa PG são profissionais que já conhecem o serviço e sempre são recrutados para a tarefa,o que contribui para os bons resultados. Além da eficiência operacional dos serviços, a PG também envolve desafios na área de segurança do trabalho, em função do grande efetivo atuando em área de risco, mas todos recebem orientações a fim de adotarem práticas adequadas e seguras, conforme observou Kilder Sagrillo, coordenador de Parada Geral da Fibria. A equipe de Segurança do Trabalho da Fibria também acompanha de perto toda a operação.

Paralelamente à PG da Fábrica “C”, a Fibria está realizando a Parada Programada de algumas Linhas da área de Produção de Cavacos, que envolve outros 220 trabalhadores de 15 diferentes empresas.

Troca da mesa de toras – Entre as atividades a serem desenvolvidas durante a operação, uma das mais significativas é a substituição da mesa de toras da Linha 8. Produzido em Curitiba (PR), o equipamento levou quatro meses e meio para ficar pronto e sua instalação vai aprimorar o abastecimento de toras de eucalipto, conforme destacou Adilan Rodrigues Bittar, coordenador de Projetos e Engenharia da Fibria. A montagem deste equipamento, que vai ocorrer entre os dias 10 e 15 de fevereiro, será realizada pela empresa capixaba Imetame, que tem sede em Aracruz, e vai envolver 144 pessoas. O serviço também envolverá outras subcontratadas, como a Electron, a Pilar, a Dalla, a Centro Oeste Locar e a Caparaó Engenharia.

Sobre a Fibria – Líder mundial na produção de celulose de eucalipto,a Fibria possui capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais decelulose, com fábricas localizadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí(SP) e Eunápolis (BA), esta última onde mantém a Veracel em joint venture com a Stora Enso. Em sociedade com a Cenibra, opera o único porto brasileiro especializado em embarque de celulose, Portocel (Aracruz, ES). Com uma operação integralmente baseada em plantios florestais renováveis, a Fibria trabalha com uma base florestal de 970 mil hectares em áreas localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Bahia, dos quais 343 mil são destinados à conservação ambiental. A Fibria mantém 18.900 trabalhadores, entre empregados próprios e terceiros permanentes, incluindo Portocel, e está presente em 254 municípios de sete Estados brasileiros (dados de dez/2012).


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