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FMI E BM DEFENDEM CRIAÇÃO DE EMPREGO


O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM) disseram neste sábado em Tóquio que a criação de emprego deve ser usada como “motor de redução da pobreza” e alertaram para a piora das condições nos países em desenvolvimento por causa da crise.

“As crises financeiras implicam menos postos de trabalho em locais onde se necessitam milhões”, afirmou hoje um comunicado do Comitê de Desenvolvimento dos organismos, emitido ao término das principais reuniões da assembleia anual do FMI e do BM.

O presidente do BM, o americano Yim Jong Kim, defendeu “um claro fluxo de ideias do norte e do sul sobre como aplicar de maneira mais efetiva serviços aos mais necessitados”, sobretudo em um “entorno econômico duro e muito desconcertante”, piorado pela crise econômica atual. Kim, que assumiu em julho seu cargo no BM, destacou a situação da América Latina, África e Ásia e disse esperar que os “impressionantes lucros” conseguidos pela última geração na região não se percam. Em sua opinião, manter o crescimento nos países em desenvolvimento é de “interesse comum”, depois que nos últimos anos o PIB da região significou mais da metade do gerado em mundo todo.

A diretora-gerente do FMI, a francesa Christine Lagarde, afirmou que as altas taxas de desemprego, “aterrorizadoras” em alguns países, e a criação insuficiente de emprego, especialmente entre os mais jovens, são uma “ameaça” global. Para o FMI, o atual ritmo de crescimento em nível mundial é insuficiente para criar os postos de trabalho necessários no mundo. Lagarde classificou a criação do emprego como um dos grandes desafios atuais. As informações são do Terra.


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