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Guerra política no Brasil atinge a olimpíada

O golpe de 2016 fez do Brasil o primeiro país a jogar fora o direito de sediar uma olimpíada. Embora os jogos tenham sido criados com o propósito de celebrar a paz entre as nações, eles serão sediados num país mergulhado em profunda guerra política. O constrangimento é tão grande que os quatro ex-presidentes brasileiros vivos não aceitaram o convite do Comitê Olímpico Internacional para estarem presentes à cerimônia de abertura da Rio 2016.

Fernando Henrique Cardoso, um dos articuladores do golpe, naturalmente não poderia estar ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva, que conquistou, em 2008, o direito de sediar a primeira Olimpíada na América do Sul. José Sarney e Fernando Collor também declinaram. E a presidente eleita Dilma Rousseff não irá porque seu cargo foi usurpado pelo interino Michel Temer. Ou seja: ele receberá sozinho as vaias da plateia.

Se não bastasse a ausência de lideranças políticas brasileiras, nem mesmo os vizinhos da América do Sul pretendem comparecer – até agora, só confirmaram presença os chefes de estado da Argentina, do Paraguai e da Colômbia.

Leia, abaixo, nota do jornalista Lauro Jardim, em que ele confirma a ausência dos ex-presidentes brasileiros e da presidente eleita:

Os ex-presidentes do Brasil disseram ‘não’ à Olimpíada

A Rio-2016 convidou todos os ex-presidentes do Brasil para a cerimônia de abertura da Olimpíada. José Sarney, Fernando Collor, FH e Lula já declinaram.

Dilma Rousseff ainda não respondeu oficialmente ao comitê, mas aos seus assessores diz que não irá, pois recebeu um convite para ficar ao lado dos ex-presidentes.

Ao fim e ao cabo, os ex decidiram deixar Michel Temer ser vaiado sozinho.


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