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Justiça manda feirantes desocuparem área particular

O juiz da Vara da Fazenda Pública de Teixeira de Freitas, Ronei Jorge Cunha Moreira, através de uma ação de procedimento ordinário, tendo como autora Maria D’ajuda da Natividade e como réu o município de Teixeira de Freitas, determinou que fossem retiradas todas as barracas que ficam na feira livre na área que fica entre as ruas Ipiranga, Godoaldo Amaral, Luiz Sandy e Manoel Cardoso Neto, numa área de 1.426 metros quadrados de lateral por 46 metros quadrados de frente.

A decisão do juiz intima para que os feirantes Antonio Neres, Benedito Alves dos Santos, Ivaldo Fernandes dos Santos, Jeferson Souza Santos, José Santos Alves, Osmando Resende da Silva e Rosivando Silva de Jesus, retirem imediatamente as barracas que ocupam a área designada onde funciona a feira livre.

Na manhã de terça-feira, 19 de junho, o oficial de justiça foi até o local acompanhado da Polícia Militar para fazer cumprir a decisão judicial, chegando ao local, houve um pouco de resistência por parte de alguns feirantes que criaram um pouco de dificuldade para desocuparem a área, onde os mesmos já vem ocupando a cerca de 20 anos, mais que é uma área particular, cuja qual, a proprietária entrou com uma ação de reintegração de posse.

Depois de muita negociação por parte dos feirantes e das autoridades que foram ao local para fazer cumprir a ordem judicial, foi determinado um prazo para que os feirantes retirem seus pertences do local, para que os mesmos não terminem perdendo tudo que investiram.

Segundo os feirantes que atuam no local, apesar da área ser privada, eles chegaram a pagar contribuição para utilizarem o local por um determinado tempo, mais desde o início da gestão do ex-prefeito Vagner Ramos de Mendonça, que não era mais cobrado nenhuma taxa.

Alguns dos feirantes ficaram preocupados sobre onde poderiam colocar suas barracas a partir desta decisão, uma vez que, há mais de 20 anos eles vinham usando a área. Chegaram a tentar argumentar com o oficial de justiça Jares Ferreira de Souza, que diante dos argumentos apresentados pelos feirantes disse que a única coisa que ele poderia esperar era que área fosse desocupada pelos próprios feirantes, para que os mesmos não ficassem no prejuízo.

Por Jotta Mendes/reportercoragem


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