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JUSTIÇA QUEBRA SIGILO BANCÁRIO DE GEDDEL

O juiz Vallisney de Souza, da Justiça Federal de Brasília, autorizou a quebra dos sigilos telefônico, telemático, postal, bancário e fiscal de Geddel Vieira Lima e dos demais investigados da operação “Cui Bono?”, realizada pela Polícia Federal nesta sexta-feira. A informação é do blog da coluna de Lauro Jardim. A expressão “Cui Bono?” vem do latim e significa “A quem beneficia?”.
Agentes da PF cumpriram pela manhã mandado de busca e apreensão em um imóvel do ex-ministro, em Salvador, e na sede da Caixa, que fica em Brasília. Os policiais chegaram ao condomínio de Geddel por volta de 6h e saíram com uma maleta nas mãos. A PF investiga esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica entre 2011 e 2013. Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa no período investigado pela PF. Também foram expedidos mandados de busca e apreensão no Paraná e em São Paulo.
As investigações começaram após a apreensão de um telefone celular em 2015, na residência oficial da Câmara, quando Eduardo Cunha ainda presidia a Casa. Perícia realizada no celular apreendido extraiu “uma intensa troca de mensagens eletrônicas” entre 2011 e 2013 de Cunha e Geddel, então vice-presidente da Caixa Econômica Federal de Pessoa Jurídica.
Segundo a PF, Geddel atuou em conjunto com Eduardo Cunha, o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto e o doleiro Lúcio Funaro para beneficiar empresas como o grupo J&F, a BR Vias, a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários e o Grupo Bertin. A afirmação da Polícia Federal, segundo o blog do colunista Lauro Jardim, foi citada pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal de Brasília, no despacho que autorizou a operação “Cui Bono?”.


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