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Líder de entidade que diplomou Marco Feliciano como defensor dos direitos humanos renunciou o cargo

O líder da Federação Brasileira dos Direitos Humanos, com sede em Itamaraju (BA), Eliseu Simões Fagundes, disse estar arrependido de ter concedido o  diploma de “defensor dos direitos humanos” ao Deputado Pastor Marco Feliciano (PSC), atual presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, acusado de racismo e homofobia. O pastor Eliseu, que é acusado de estelionato pelo Ministério Público Federal e investigado pela Polícia Federal, disse que não concorda com as atitudes de Feliciano. “Eu não concordo com as atitudes dele. Só assinei o documento. Espero que ele renuncie, pelo bem da sua família. Só Deus sabe o que está passando”, disse. Eliseu afirmou que a homenagem havia sido definida há cinco meses por uma comissão com sete pessoas. “A homenagem não foi formalizada antes por falta de data. A gente deveria ter esperado baixar essa poeira”, disse.*As informações são da Folha de S. Paulo.

 

Líder de entidade que diplomou Marco Feliciano como defensor dos direitos humanos renunciou o cargo na entidade.


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