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Mucuri:Vereadores acusados de corrupção conseguem a liberdade

Vereadores acusados de corrupção conseguem a liberdade

 

Os seis vereadores de Mucuri presos durante a Operação Caribe conseguiram a liberdade na tarde desta quarta-feira, 1 de fevereiro, do 13º Batalhão da Polícia Militar de Teixeira de Freitas, onde estavam custodiados. Os parlamentares são acusados de participar de um esquema de corrupção para aprovar um projeto que criaria um loteamento no distrito de Itabatã. Em troca cada vereador teria recebido R$ 25 mil ou um lote e R$ 5 mil.

As prisões foram iniciadas no dia 22 de dezembro, dia em que foi deflagrada a Operação Caribe. Seis vereadores de Mucuri, um de Nova Viçosa e o filho dele foram detidos. Alguns dias depois, em 27 de dezembro, a vereadora, Justina Cruz, investigada pela Operação se apresentou à polícia.

O vereador, Manoel Negino, que inclusive impetrou a denúncia que deu início à apuração do MP, teve mandado de prisão expedido pela Justiça e, desde então, estão foragidos. Junto a ele, o ex-presidente da Câmara, Agripino Barreto, que renunciou ao cargo para se candidatar a prefeito de uma cidade mineira, também está foragido.

A decisão jurídica que divide opiniões deixa mais uma vez confuso o cenário político do município. Na última quinta-feira, 19 de janeiro, os oito suplentes empossados vereadores por determinação da Justiça Eleitoral, votaram a favor da cassação dos legisladores envolvidos no episódio de recebimento de propina.

De acordo com presidente da Câmara, Vomberto Alves de Souza (PMDB-BA), a prioridade da Câmara Municipal em primeiro instante é trabalhar para cassação dos vereadores envolvidos em corrupção, porque conforme o edil politicamente eles podem voltar a ocupar os cargos por conta de liminar.

Fonte: Joao Paulo Cruz – MATÉRIA COM


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