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Nas últimas duas semanas, o governo federal anunciou R$ 15,3 bilhões em liberações de verbas e novos programas para Estados e municípios. De janeiro a junho, os investimentos divulgados pelo governo (excluindo o Plano Safra) foram de R$ 96 bilhões. A informação é do jornal O Globo. Além disso, houve aceleração na liberação de emendas para os congressistas –verbas que podem ser usadas na base eleitoral, normalmente para obras. O levantamento foi feito pela equipe do deputado Alessandro Molon (Rede-RJ). O aceno a aliados foi às vésperas da votação do relatório sobre a denúncia contra Michel Temer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. O governo conseguiu aprovar texto favorável a Temer. Ao plenário, chegará a recomendação para não dar andamento ao processo. Só com aval dos deputados é que o STF (Supremo Tribunal Federal) pode julgar o presidente da República. Investimentos nos Estados e municípios agradam a deputados porque é nesses lugares em que eles precisam pedir votos em época de eleição. Prefeitos e governadores são ótimos cabos eleitorais. Obras e investimentos são bons para divulgar durante a campanha. A assessoria de Comunicação do Ministério do Planejamento divulgou nota sobre o assunto. Afirma que as liberações foram “absolutamente” normais. Leia a íntegra: Em relação à matéria publicada hoje, 16/07, no jornal O Globo, sob o título “Temer usou R$ 15 bi para obter vitória”, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão esclarece que a liberação de recursos para municípios trata-se de procedimento absolutamente normal. Tais recursos serão utilizados obedecendo a critérios como seleção pública e avaliação de risco de crédito, entre outros. Trata-se, portanto, de recursos emprestados e não doados, como quer fazer crer a reportagem. A proposta inicial dos programas lançados está sendo discutida há vários meses pelas áreas técnicas do Governo, envolvendo vários Ministérios e havia sido anunciada previamente pelo Ministro. Quanto às emendas parlamentares mencionadas, o Ministério esclarece que trata-se de um procedimento obrigatório previsto na Constituição e na legislação orçamentária. A execução dessas emendas é feita pelos ministérios setoriais obedecendo a critérios pré-determinados. São recursos destinados a diversos municípios para realização de obras essenciais, como projetos de saneamento, mobilidade urbana, iluminação pública etc. Assessoria de Comunicação do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão Brasília, 16 de julho de 2017

Nas últimas duas semanas, o governo federal anunciou R$ 15,3 bilhões em liberações de verbas e novos programas para Estados e municípios. De janeiro a junho, os investimentos divulgados pelo governo (excluindo o Plano Safra) foram de R$ 96 bilhões. A informação é do jornal O Globo.

Além disso, houve aceleração na liberação de emendas para os congressistas –verbas que podem ser usadas na base eleitoral, normalmente para obras. O levantamento foi feito pela equipe do deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).

O aceno a aliados foi às vésperas da votação do relatório sobre a denúncia contra Michel Temer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. O governo conseguiu aprovar texto favorável a Temer. Ao plenário, chegará a recomendação para não dar andamento ao processo. Só com aval dos deputados é que o STF (Supremo Tribunal Federal) pode julgar o presidente da República.

Investimentos nos Estados e municípios agradam a deputados porque é nesses lugares em que eles precisam pedir votos em época de eleição. Prefeitos e governadores são ótimos cabos eleitorais. Obras e investimentos são bons para divulgar durante a campanha.

A assessoria de Comunicação do Ministério do Planejamento divulgou nota sobre o assunto. Afirma que as liberações foram “absolutamente” normais. Leia a íntegra:

Em relação à matéria publicada hoje, 16/07, no jornal O Globo, sob o título “Temer usou R$ 15 bi para obter vitória”, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão esclarece que a liberação de recursos para municípios trata-se de procedimento absolutamente normal. Tais recursos serão utilizados obedecendo a critérios como seleção pública e avaliação de risco de crédito, entre outros. Trata-se, portanto, de recursos emprestados e não doados, como quer fazer crer a reportagem.

A proposta inicial dos programas lançados está sendo discutida há vários meses pelas áreas técnicas do Governo, envolvendo vários Ministérios e havia sido anunciada previamente pelo Ministro.

Quanto às emendas parlamentares mencionadas, o Ministério esclarece que trata-se de um procedimento obrigatório previsto na Constituição e na legislação orçamentária. A execução dessas emendas é feita pelos ministérios setoriais obedecendo a critérios pré-determinados. São recursos destinados a diversos municípios para realização de obras essenciais, como projetos de saneamento, mobilidade urbana, iluminação pública etc.

Assessoria de Comunicação do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
Brasília, 16 de julho de 2017


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