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O VOTO, O MARKETING E O ELEITOR

O VOTO, O MARKETING E O ELEITOR

 

 

O marketing de ataque que em outros países tem efeito positivo pois a propaganda negativa permanece na lembrança do eleitor por um período maior que a propaganda positiva. No Brasil este tipo de  abordagem tem efeito contrário, por que causa medo, por isso surgiu um bordão criado por Duda Mendonça “quem bate perde”.

Considerando este aspectos os programas políticos sempre começam leves, suaves, calmos e propositivos, a medida que a campanha começa a se intensificar e os prognósticos começam a serem conhecidos, então candidatos que começam a aparecerem em queda colocam sua artilharias em uso, distribuindo ataques que serão amenizados ou intensificados conforme os números vão surgindo.

Evidentemente esta artilharia é usada de forma disfarçada nos finais de cada programa e no início do programa do concorrente, única e exclusivamente para tentar disfarçar o ataque, são inseridos também nas propagandas fracionadas, os comerciais, durante a programação diária, pois desta forma não fica fácil a identificação de quem a inseriu. Esta forma utilizada na realidade são apenas meios usados para dissimular o autor dos ataques. Por isso existe uma máxima que diz: ”Anote quem bate e veja quem será o perdedor”.

O CANDIDATO E O ELEITOR

Observo um fato comum que se repete em toda eleição, que é a transformação de poderosos candidatos, que durante o mandato se comportam com superioridade ao eleitor, deixando uma marca de superioridade cultural, social e financeira, portanto basta iniciar a campanha que estes seres superiores se transformam, tornando-se os representantes da humildade, como se fossem atores a desempenharem papel principal no espetáculo.

Nesta fase da caça ao voto, estes candidatos andam por lugares, perigosos, violentos, insalubres, com seus respectivos assessores pregando e oferecendo suas promessas que provavelmente não serão realizadas.

Não quero aqui generalizar até mesmo porque exceções existem, mas pelo que observo na minha ínfima curiosidade, é  que parece ser maioria, concepção esta construída através dos jornais,  os quais tenho acesso. Estes mesmos candidatos que quando adentram estes ambientes degradados vivenciando as dificuldades, saem de lá entram em seus carrões, aviões,  outros meios de transporte e se vão, deixando a realidade devastadora, com a presença da degradação e a falta de ação do estado, do município da federação para garantir a dignidade humana, tão presente na nossa constituição.

ULTIMA LINHA

Com esta campanha uma coisa começa a ficar clara na minha tímida concepção, quando o eleitor gosta do candidato, o programa de governo, o grupo político o partido, a sua representatividade, o candidato, tudo isso pouco importa, a sua vontade é soberana, eu chamo a isso de encantamento, o efeito sobrenatural dos poderes mágicos.

 


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