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OPERAÇÃO CARNE FRACA: POLÍCIA FEDERAL INDICIA MAIS DE 60 PESSOAS

OPERAÇÃO CARNE FRACA: POLÍCIA FEDERAL INDICIA MAIS DE 60 PESSOAS
A Polícia Federal indiciou, no fim da noite deste sábado (15), 63 pessoas no âmbito da Operação Carne Fraca, deflagrada no dia 17 de março. Elas vão responder aos crimes de advocacia administrativa, concussão, corrupção passiva, crime contra a ordem econômica, emprego de processo proibido ou de substância não permitida, falsidade de atestado médico, falsidade, corrupção, adulteração de substância ou produtos alimentícios, organização criminosa, peculato, prevaricação, uso de documento falso e violação de sigilo funcional. Veja o nome dos indiciados no final da reportagem.
O indiciamento foi assinado pelo delegado da PF Maurício Moscardi Grillo. O juiz federal Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal de Curitiba, já intimou o Ministério Público Federal (MPF) para se manifestar em cinco dias. A Operação Carne Fraca apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. No indiciamento, a PF explicou que em virtude de todos os fatos criminosos narrados ao longo da operação, foi deferida a interceptação telefônica de diversos investigados, além da quebra de sigilo bancário e fiscal.
A partir de então, conforme a PF, o que se verificou foi a existência de organizações criminosas estruturadas no âmbito da Superintendência Federal de Agricultura do Paraná, envolvendo sua mais alta cúpula, além de crimes envolvendo outras unidades da Federação e o próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “Os crimes cometidos por tais organizações atingem diretamente a saúde pública pela omissão daqueles que deveriam fiscalizar e pelos interesses escusos de empresários comercializam produtos alimentícios em desacordo com as normas, colocando em risco à saúde dos consumidores, buscando apenas aumentar seus lucros”, disse o delegado Maurício.
O delegado da PF destacou ainda que para deixar de cumprir com seus deveres funcionais de fiscalização, “agentes públicos solicitam e recebem desde dinheiro até “ovos” e “botas de borracha” de empresários corruptores que se beneficiam do sistema para o não cumprimento de leis e regulamentos que visam a garantir a qualidade do produto de consumo comercializado para população”.


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