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Papa diz que cemitérios são como “assembleia” de vivos e mortos

“A morte conserva o que a vida não pode guardar”, disse Bento XVI

Cidade do Vaticano – O papa Bento XVI disse neste sábado que os cemitérios e outros lugares de sepultamento aonde os fiéis católicos foram nos últimos dias para lembrar seus mortos são “uma espécie de assembleia” em que os vivos se reencontram com os mortos.

No dia seguinte ao Dia de Finados, o pontífice falou muito sobre essas visitas aos cemitérios na homilia que pronunciou durante a missa que presidiu neste sábado (03) na Basílica de São Pedro do Vaticano para lembrar os cardeais e bispos que morreram durante o ano.

“A visita aos cemitérios nos permitiu renovar o vínculo com as pessoas queridas que nos deixaram. A morte, paradoxalmente, conserva o que a vida não pode guardar”, disse Bento XVI.

Os túmulos, acrescentou, são “quase como um espelho de nossa existência, de nosso mundo: eles nos interrogam, nos levam a retomar um diálogo que a morte suspendeu. Assim, os lugares de sepultura representam uma espécie de assembleia, na qual os vivos se encontram com seus mortos e com eles reforçam os vínculos de uma comunhão que a morte não conseguiu interromper”.

“A morte afeta o homem de hoje exatamente como o do passado. E, embora muitas coisas de tempos passados já nos sejam estranhas, a morte é a mesma. Diante dessa realidade, o ser humano de cada época busca um raio de luz que lhe dê esperança, que ainda fale de vida. A visita aos túmulos também expressa esse desejo”, acrescentou.


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