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Pesquisa do Ipea afirma que desemprego já atinge 1 em cada 4 jovens

Pesquisa do Ipea afirma que desemprego já atinge 1 em cada 4 jovens

Pesquisa do Ipea afirma que desemprego já atinge 1 em cada 4 jovens

Foto: Camila Domingues/ Palácio Piratini

Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra divulgado nesta sexta-feira (10) mostra que os jovens entre 14 e 24 anos são os mais afetados pelo desemprego no país. No 4° trimestre de 2015 o índice era de 15,25% e passou para 26,36% no 1° trimestre deste ano. De acordo com o IBGE, somente no primeiro trimestre do ano a taxa de desemprego alcançou 11,2%, 3,2 pontos percentuais acima do observado no mesmo período do ano anterior.

O estudo também mostra que, no universo das pessoas atingidas pelo desemprego, a situação é ainda mais grave no Nordeste, entre mulheres e jovens, entre pessoas com ensino médio incompleto e moradores das regiões metropolitanas. Esse grupo também é composto principalmente por pessoas que não são chefes de família. “Após atingir um pico de 44% no terceiro trimestre de 2012, os jovens ocupados eram apenas 37% no primeiro trimestre de 2016”, aponta a Carta de Conjuntura do Ipea referente ao mês de junho.

Entre as pessoas com 25 a 59 anos, a taxa de desemprego cresceu menos, de 6,69% para 7,91%. O mesmo ocorreu no grupo formado por pessoas com mais de 59 anos, cuja taxa de desemprego oscilou de 2,52% para 3,29% no mesmo período analisado.

Na comparação por regiões, a taxa de desemprego no Nordeste segue sendo a mais elevada do País. O indicador subiu de 10,45% no quarto trimestre do ano passado para 12,80% no primeiro trimestre deste ano. Na região Sul, onde a taxa de desemprego é a mais baixa do País, o indicador oscilou de 5,69% para 7,35%. A taxa geral do Brasil variou de 8,96% para 10,90% no mesmo período de comparação.

A taxa de desemprego também atinge mais as mulheres (12,75%) do que os homens (9,48%), mais aqueles que não são chefes de família (15%) do que aqueles que são (6,07%) e mais quem mora nas regiões metropolitanas (11,93%) do que quem mora fora delas (10,13%). Na divisão por escolaridade, aqueles que possuem o ensino médio incompleto são os que mais sofrem, com 14,95% de taxa de desemprego. Quem possui o superior completo enfrenta o ambiente menos adverso, com uma taxa de desemprego de 7,64%.


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