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Polícia Rodoviária Federal inicia Operação Integrada Rodovida Cidades 2016/2017 na Bahia

Polícia Rodoviária Federal inicia Operação Integrada Rodovida Cidades 2016/2017 na Bahia

Com o objetivo de reduzir a violência no trânsito, a Operação comandada pelo Ministério da Justiça e Cidadania, por meio da Polícia Rodoviária Federal, conta com apoio da Presidência da República, Casa Civil e dos Ministérios das Cidades, Saúde e Transportes.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia nesta sexta-feira (16) a 1ª fase da Operação Integrada Rodovida Cidades 2016/2017, que se destaca como uma das mais importantes operações realizadas pela PRF. A ação tem por objetivo prevenir acidentes e diminuir a violência no trânsito nas rodovias federais durante o período de fim de ano, férias escolares e Carnaval, quando o movimento nas estradas é intenso. O período das ações vai compreender, nesta primeira fase, de 16 de dezembro de 2016 a 31 de janeiro de 2017. A segunda fase, que ocorrerá no período carnavalesco, será de 17 de fevereiro de 2017 a 05 de março do mesmo ano.

Ocorrendo simultaneamente em todo o Brasil entre dezembro e março, a Rodovida tem como prioridade a atuação em pontos críticos das rodovias federais. Esses pontos foram elencados através de análises de dados estatísticos que apontam trechos com maior necessidade de reforço na fiscalização.

Na Bahia, o lançamento da Operação Integrada Rodovida 2016 – 2017 ocorreu nesta sexta-feira (16), no auditório da Delegacia da PRF em Feira de Santana, com uma solenidade que se iniciou às 10h e contou com a presença de órgãos, instituições parceiras e autoridades. Além disso, foram realizadas ações de fiscalização focadas nas condutas mais lesivas no trânsito em rodovias federais: ultrapassagens, alcoolemia, excesso de velocidade e uso de equipamentos de segurança. Serão utilizadas equipes especializadas em motopoliciamento, operações aéreas e Núcleo de Operações Especiais.

Principal ação de enfrentamento à violência no trânsito brasileiro, a operação reúne desde 2011 as três instâncias de governo em ações simultâneas com objetivo de reduzir o número de vítimas de acidentes e faz parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes, criado em 2011 em resposta à decisão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que proclamou o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ação pela Segurança do Trânsito.

A PRF conta com apoio de órgãos vinculados aos Ministérios das Cidades, Saúde e Transportes. Nos estados, ações integradas com órgãos estaduais e municipais serão desencadeadas durante toda a operação.

A PRF tem como prioridade o combate às infrações de trânsito relacionadas ao excesso de velocidade, embriaguez ao volante, ultrapassagens proibidas e envolvendo motocicletas. Além dessas infrações, o uso correto de equipamentos como cinto de segurança, cadeirinhas para crianças e capacetes também é alvo da fiscalização do Órgão, pois são fundamentais para reduzir os traumas causados em um acidente ou, até mesmo, evitá-los.

Além da fiscalização intensificada, atividades permanentes de educação para o trânsito são desenvolvidas com foco nos comportamentos de risco para que a sensibilização produza mudança de comportamento e, consequentemente, um trânsito mais seguro.

Custo Social

Estima-se que o custo social de acidentes em rodovias federais no ano de 2014 foi de cerca de 12,8 bilhões de reais, de acordo com levantamentos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da PRF. O resultado da pesquisa aponta que um acidente fatal gera um custo médio de R$ 647 mil, enquanto o acidente com vítima gera um custo de R$ 90 mil. Os acidentes sem vítimas ficam em R$ 23 mil. A análise dos custos sociais mostra a importância das ações que têm por objetivo reduzir os índices de letalidade no trânsito.

Segundo a diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento, o trabalho realizado pelo órgão contribuiu para a redução do número de mortos por acidentes de trânsito nas rodovias federais, gerando uma redução estimada na tendência equivalente a R$ 6,8 bilhões de reais nos últimos quatro anos. “Esse foi um resultado extremamente significativo, pois demonstra que o trabalho com diagnóstico é importante. Utilizando os recursos humanos e as tecnologias em locais estratégicos, conseguimos reduzir o número de mortes no país e quantificar isso é muito importante para nós”, destacou.


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