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PRESOS NA 22ª FASE DA OPERAÇÃO LAVA JATO DEIXAM SEDE DA POLÍCIA FEDERAL

Os três presos durante a 22ª fase da Operação Lava Jato deixaram na tardse desta quarta-feira (27) a superintendência da Polícia Federal de São Paulo, na Zona Oeste. Eles irão para Curitiba, onde estão concentradas as investigações. Eles seguiram em duas caminhonetes: uma delas levou a publicitária Nelci Warken, que prestou serviços de marketing à Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários), e Ricardo Onório Neto, vinculado à empresa Mossack Fonseca, que abre offshores, com sede no Panamá. No outro veículo, estava Renata Pereira Brito, também da Mossack.
Nelci é um dos principais alvos dessa fase da operação e teve a prisão temporária decretada. A ação mira negócios da Bancoop relacionados a apartamentos que não foram entregues e estão de propriedade da empreiteira OAS, uma das investigadas na Lava Jato.Além dos três detidos, há mais outros três mandados de prisão temporária para pessoas que estão no exterior. Os foragidos são Maria Mercedes Riano, Adhemir Awada e Luiz Fernando Hernandes. A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, que é quando o investigado fica preso à disposição da Justiça sem prazo pré-determinado.
A advogada Aparecida Célia de Souza, que defende Nelci, diz que ela não tem a ver com a construtora OAS e que a compra do apartamento que teria sido reformado para o ex-presidente Lula foi regular. Nelci comprou o apartamento há oito anos, mas só em 2015 conseguiu passar a escritura definitiva. Segundo a advogada, Nelci tem uma empresa que faz panfletos sobre os lançamentos imobiliários na Baixada Santista e parte do apartamento foi comprado em troca do trabalho de divulgação.
Ricardo foi levado à sede da PF por volta das 9h30. Renata Brito chegou às 13h. A polícia apura se a empresa abriu offshores para esconder a propriedade de apartamentos que eram da Bancoop e depois foram assumidos pela OAS.Também estão na sede da Polícia Federal duas pessoas que foram conduzidas coercitivamente. Elas estão sendo ouvidas por policiais e devem ser liberadas depois. Policiais federais também fazem buscas por documentos na sede da Bancoop, na Rua Tabatinguera.No total, serão cumpridos 23 mandados judiciais, sendo seis de prisão temporária, 15 mandados de busca e apreensão e dois de condução coercitiva.


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