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Prévia do PSDB: Gualberto afirma que diretório baiano votaria maciçamente em Alckmin

[Prévia do PSDB: Gualberto afirma que diretório baiano votaria maciçamente em Alckmin]
25 de Fevereiro de 2018 às 13:32 Por: Vagner Souza / BNews Por: Luiz Fernando Lima03comentários

O prefeito de Manaus Arthur Virgílio desistiu de disputar a prévia com o governador de São Paulo Geraldo Alckmin para ser o candidato à presidência da República pelo PSDB. Anunciou a decisão na noite da última sexta-feira (23). Argumentou que a Executiva nacional do partido fez uma “brincadeira” ao definir que seria apenas um debate entre os dois.

Embora tenha reconhecido desde o início o direito de qualquer filiado disputar uma prévia, o presidente do diretório estadual dos tucanos na Bahia, deputado federal João Gualberto, afirmou à reportagem do BNews que Virgílio estava isolado no partido no que se refere a este embate.

“Na Bahia somos 121 delegados que votariam maciçamente em Alckmin. Não seria unanimidade, mas a maioria maciça está com Alckmin. Não vejo também nenhum tipo de manobra do governador de São Paulo no sentido de impedir as discussões. Eu, pessoalmente, sempre fui entusiasta da candidatura de Alckmin”.

Bahia

No estado o PSDB já decidiu que participará da chapa da oposição, como já esperado, e que o representante da legenda será o deputado federal Jutahy Magalhães, como já publicado inumeras vezes. A questão interna comentada no momento está voltada para o futuro do também deputado federal Antônio Imbassahy.

Se continuar no ninho tucano será candidato à reeleição, mas pode sair para galgar um lugar na chapa ao lado de Jutahy. Ambos ocupariam as vagas destinadas aos candidatos ao Senado. O problema é que quem organiza o grupo é o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM). Uma dos espaços está destinado ao prefeito de Feira José Ronaldo (DEM), provavelmente a vice, e a outra vaga para o Senado deve ser destinada a algum partido ou pessoa que venha do grupo do governador Rui Costa (PT).

A ideia é organizar o PR com a chegada do deputado Ronaldo Carletto e mais um federal, além de cinco ou sete deputados estaduais. A densidade eleitoral deste novo grupo determinará o fechamento da chapa.

Outro fator em questão é a ausência de um lugar para Imbassahy ir. Não tendo outro partido influente, o ex-ministro de Temer deve mesmo ser candidato a deputado federal e se juntar a Gualberto e Adolfo Viana (deputado estadual candidato a federal) na bancada com chances reais de carimbar novamente, ou pela primeira vez, o “passaporte” para Brasília em 2019.


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