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PROBLEMAS INVADEM 2º SEMESTRE, AVALIA OTTO

PROBLEMAS INVADEM 2º SEMESTRE, AVALIA OTTO

 

O senador Otto Alencar (PSD-BA) que cumpre o primeiro ano do seu mandato numa Brasília atolada na crise, não atribui a agosto as agruras que parte da classe política vem passando. “Tivemos um primeiro semestre muito difícil e para esse segundo não vislumbro nada que me faça achar que as coisas vão melhorar”, resignou-se.

Amigo do falecido governador Antonio Carlos Magalhães, conheceu apenas uma superstição de ACM. “Ele não gostava da cor marrom. Se um secretário aparecesse vestido com essa cor não participava de reunião com ele”, contou, desconhecendo as eventuais relações de Magalhães com integrantes do candomblé. Mesmo em público, ACM não abriu mão de uma “limpeza de corpo” num dos momentos mais difíceis de sua carreira.

Foi em 2001, quando ao presidir o Senado foi acusado de violar o painel da Casa numa votação secreta. Sofreu processo de cassação, sendo obrigado a renunciar. Poucos antes da renúncia, ao visitar a Federação do Culto Afro, no Pelourinho, baianas realizaram uma “limpeza” de corpo do senador circulando pombas brancas sobre a cabeça dele para ajudá-lo a escapar. Mas não deu certo.

O deputado estadual Zé Neto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa, também não acredita em “maldições”. Diz que a prisão de Zé Dirceu não ocorreu por causa de agosto. “Nunca houve a situação de uma crise política ocorrer em conjunto com a econômica. Isso é coincidência, não é maldição”.


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