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Um sorriso muda tudo

Um sorriso muda tudo

 

Foi cientificamente comprovado que o sorriso pode ajudar na terapia de doenças graves, prova disso é o trabalho que vem sendo realizado pelos Doutores da Alegria. A Terapia do Riso ou Risoterapia, também procura alcançar o contato do adulto com a sua criança interior, melhorando, inclusive, a prosperidade emocional do paciente, trazendo novas perspectivas através da volta a uma infância feliz.

O primeiro registro de uma pessoa curada através da Terapia do riso foi o norte-americano Norman Cousin, nos anos 60, que sofria de uma doença degenerativa. De lá para cá muitas conquistas foram feita através de pacientes que, junto com atendimento médico, recebiam essa terapia, e tinham seu processo de recuperação muito mais rápido do que outros enfermos.

No Brasil ficaram famosos os Doutores da Alegria, que levam para os hospitais esse exercício do humor para ajudar na cura dos pacientes, e desde 1991 formaram uma organização social sem fins lucrativos. É mais comum aqui no país encontrarmos desses doutores dentro de hospitais de tratamento de câncer, principalmente infantil.

Os Doutores da Alegria fazem, como essência, a paródia do palhaço que brinca ser médico. Dentre as atividades desenvolvidas estão as peças teatrais, o circo e as rodas ‘besteirológicas’. Eles já receberam vários prêmios de reconhecimento ao trabalho que fazem junto a comunidade, reconhecendo também a colaboração no tratamento e na recuperação das crianças.

Esses são perfeitos exemplos de como o sorriso pode mudar a vida de uma pessoa, ou melhor, pode dar vida a uma pessoa. No entanto, exemplos do dia a dia, com pessoas aparentemente saudáveis, mostram como o sorriso é fundamental para qualquer forma de convivência que se pretenda ser construtiva e prazerosa.

Imagine chegar em casa após um dia cansativo de trabalho e se deparar com pessoas com caras fechadas ou atitudes grosseiras, não permitindo sequer seu descanso merecido. Imagine chegar ao trabalho e encontrar colegas mal humorados, que além de não gostarem do que fazem, te contagiam com opiniões negativas e impendem, dessa forma, o seu crescimento. Imagine ir para a escola e encontrar professores traumatizantes e altivos.

Tudo isso está em nosso cotidiano e impede que a gente sorria, impede a gente de procurar dar alegria ao que fazemos.

O sorriso, a risada prolongada, provoca a produção de endorfinas, que são responsáveis pela sensação de prazer, de tranquilidade no corpo humano. Por isso que o sexo pode ser um causador dessa libertação das tensões, já que deixa a pessoa mais alegre (não é a toa que as pessoas dizem que, às vezes, gente mal humorada está necessitada de transar).

Mas não é somente através do sexo ou de uma piada que venha lhe causar sorriso. Qualquer manifestação de alegria, seja através de pensamentos ou de sentimentos alegres, ajudam para que o processo de produção de endorfina se inicie em nosso corpo.

O sorriso faz com que as pessoas se sintam mais seguras, tanto para quem sorrir, quanto para quem recebe o sorriso e sente confiança se exalando da pessoa. A pessoa mais alegre demonstra ter mais capacidade de edificar e conquistar as coisas. As pessoas com sorrisos bonitos são mais conquistadoras e cativantes.

Todo esse universo do riso, resumido em algumas palavras, pude constatar através da convivência com uma pessoa, que por algum motivo não tinha a alegria como hábito. Sempre busquei ser simpática com as pessoas e receber todos com um sorriso. Atrair conversas e bate-papos conduzidos com humor e piadas. E eu não fazia ideia do impacto que isso poderia fazer na vida (ou ‘sub-vida’ – expressão que eu ouvir e adoto aqui para definir a reles e simples existência de quem não tem objetivos, prazer em viver, não ver sentido na vida) das pessoas.

Mas o sorrir, só por sorrir não basta. Algo tem que vim de um fundo de alegria dentro da gente, e esse fundo deve ser inesgotável. Tanto é assim que há risos positivos e negativos.

Os risos positivos são os sinceros e verdadeiros. Eles “desencadeiam sentimentos e reações edificantes, como o sorriso aberto, que traduz lealdade; o verdadeiro, que traz consigo a firmeza de ânimo; o largo, imbuído pela bondade humana; o constante, que revela a personalidade vigorosa; e o contagiante ou vibrante, que estimula os outros a rirem”.

Já os sorrisos negativos são aqueles que ora expressam sarcasmo, ou maldade, ora se mostram forçados e fingidos, escondendo uma tristeza ou melancolia. Eles não produzem endorfinas, já que são artificiais, não servem para nada, e podem ser prejudiciais a quem os recebe. Há, por exemplo, “o riso de boca fechada, típico dos que não sabem o que dizem; o de lado, próprio do ser dissimulado; o falso, esboçado com o rosto imobilizado; e o rápido, ao qual recorrem os egóicos, os tímidos e os que só veem o lado negativo da existência”

Esse estudo do riso me serviu para perceber seriedade no tratamento das pessoas e na necessidade de fazer da felicidade uma rotina, e fazer dessa rotina algo sempre novo e prazeroso. Como conseguir isso? Não há receita. Pode ser através da prática de exercícios, da busca de se ver bem consigo mesmo e com as pessoas a sua volta. Pode ser através de uma refeição gostosa e sadia. Pode ser colocando um olhar simples e feliz sobre todas as coisas… Como pode ser lembrando somente que temos que viver, e entre viver feliz e viver com a cara fechada e triste, a melhor opção é ser feliz.

 


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