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WAGNER FALA SOBRE SUCESSÃO E RECUPERAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO

WAGNER FALA SOBRE SUCESSÃO E RECUPERAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO

O governador Jaques Wagner (PT) em conversa com a Tribuna, falou sobre os avanços de sua gestão e a recuperação financeira do Estado. O governador mostrou confiança na vitória de sua legenda, além de comentar a importância das manifestações populares em junho deste ano.

“Os episódios de junho e julho no país despertaram em boa parte da população uma postura mais crítica em relação à política como um todo. Não se trata do partido A, B ou C, mas da política no geral. De certa forma, o julgamento é mais rigoroso por parte da população. Mas da nossa parte, dentro desse quadro de dificuldade, nós fizemos o máximo que pudemos”, comentou.

“Estamos virando o ano com o horizonte melhor, do ponto de vista das finanças do Estado. Fizemos redução de despesas e já temos outras ferramentas para passar um ano de 2014 mais tranquilo. Além disso, o crescimento econômico deve ser maior, melhorando, consequentemente, o caixa dos estados”.

Dentre as principais ações do governo junto à população, Wagner citou o projeto Água para Todos e o Pacto Pela Vida. Ainda não fechamos o ano de 2013, mas até novembro tinha uma redução média entre nove e 11% dos homicídios, que são o foco do programa Pacto pela Vida. É o planejamento que nós temos para a área de segurança. Mesmo nessa área, a gente continua incorporando novos quadros e melhorando a infraestrutura”, informou.

Questionado sobre os projetos para 2014, Wagner justificou que devido a Copa do Mundo em junho e na sequência o ínicio da campanha eleitoral no rádio e na TV, não será possível engatar novos planos com o espaço curto de tempo. “O que deixou de ser feito pelo governo em 2013 não foi em termos de qualidade, mas sim de quantidade. Poderíamos ter feito mais estradas e outras coisas, mas tivemos que frear um pouco por causa do caixa”, explicou.

Contudo, para a próxima gestão, o governador acredita que as coisas vão estar melhores, porque segundo ele: “o que deixou de ser feito pelo governo em 2013 não foi em termos de qualidade, mas sim de quantidade. Poderíamos ter feito mais estradas e outras coisas, mas tivemos que frear um pouco por causa do caixa”.

Sobre a escolha de Rui Costa à sucessão, Wagner explicou que “não ficaram traumas. E também não teve imposição. Toda vez que você tem quatro nomes e tem que escolher um, três vão ficar tristes”, concluiu.  Quanto a uma possível candidatura de Neto (DEM), o petista desconversou: “Não sei. Essa decisão é dele. Eu não participo, portanto, não posso opinar”.


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