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WALTER PINHEIRO CRITICA POSTURA DO PT NA BAHIA E NO BRASIL

Em entrevista ao Jornal A Tarde, o Senador Walter Pinheiro, criticou a postura do PT no cenário Nacional alegando que a legenda está tendo muitas dificuldades em dialogar com a população. Pinheiro também alegou que a indicação de Jaques Wagner para o Ministério da Defesa, é um ponto positivo para Bahia.
Questionado sobre a as deficiências encontradas no PT, no cenário das manifestações e alvo de críticas declaradas ao jornal Folha de São Paulo o Senador diz que a forma que o partido está se manifestando não é correta. “Não acredito que as pessoas cheguem às ruas só motivadas por uma raiva de um processo eleitoral. Em 2013, eu cheguei a dizer para a presidenta Dilma que a vida melhorou para as pessoas dentro de casa, mas degradou na rua. Eu acho que o governo se jogou muito para dentro do Congresso”
Sobre as manifestações de saída da presidente Dilma ele explica. “Eu não diria que a pauta de 2013 é tão difusa. A pauta reclama dessa coisa da política, e o governo terminou respondendo com isso da reforma política, o que, na minha opinião, está errado. Quem faz reforma política é Congresso e partido. Quando o governo anunciou que ia mandar proposta de reforma política, mandou? Não mandou. Então, a sociedade se revolta com o governo, quando esta não é tarefa dele.
Sobre a chegada de Jaques Wagner no Ministério da Defesa e os boatos da saída de Mercandante da Casa Civil Pinheiro explica que o ex-governador da Bahia poderia está num lugar melhor. “Wagner é um articulador-mor. O problema é quando você tem um craque em um time e ele não tem uma função – no futebol, por exemplo, o melhor cara do time joga geralmente na armação ou na linha de frente. Wagner está na defesa; poderia estar no ataque.
Sobre a saída de Cid Gomes Pinheiro comenta. “Ele poderia ter feito isso como cidadão. Na medida em que ele vai para a tribuna como ministro, algumas pessoas terminaram lendo que o governo estava mandando recado. E não era. O governo não age desse jeito, ao menos interpreto eu do lado de cá. E ficou evidente que Cid Gomes fez aquilo com a certeza de que, meia hora depois, não estaria mais no Ministério. Eu seria até mais ousado: ele entrou na Câmara sabendo que não era mais ministro”.


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