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Walter Pinheiro (PT)

Walter Pinheiro (PT)

A biografia política Walter Pinheiro tem início nos movimentos que marcaram o final da década de 1970, na Escola Técnica (atual Ifba). Na década de 80, já como funcionário da antiga Telebahia, ingressou no movimento sindical. Nas greves e paralisações, o sindicalista Pinheiro se destacava pelo uso sempre correto da concordância nominal e tom moderador dos pronunciamentos. Foi eleito vereador de Salvador em 1992, e chegou à Câmara Federal em 94. No seu quarto mandato como deputado federal, concorre a uma vaga no Senado pelo PT, ao lado de Lídice da Mata. Nesta entrevista ao Política Hoje, Pinheiro qualifica como “saudável” e “muito positiva” a disputa interna com Waldir Pires pela segunda vaga na chapa majoritária do PT, fala sobre os casos Valec e Instituto Brasil, cita o nome de Lídice várias vezes e minimiza o episódio da pichação de muros no início da campanha: “não podemos deixar que uma tinta no muro possa manchar essa boa tela que vamos pintar”.

Política Hoje: Dentro das principais chapas majoritárias o senhor foi o último a ser escolhido como senador para compor a majoritária. A gente poderia utilizar o pensamento popular de que os últimos serão os primeiros?

Walter Pinheiro: Eu parto do princípio que os últimos sempre chegam na frente, mas essa máxima não vale para todo canto para toda hora. Na realidade o que eu poderia lhe dizer é o seguinte: o que é que coube ao PT? Inicialmente não era do PT a vaga na chapa majoritária, o PT tava contemplado com obviamente a reeleição do governador e essa vaga no Senado foi objeto de debate entre os partidos da frente, com a reviravolta com a ocupação na vaga no Senado o PT terminou sendo disponibilizado esta vaga e, além disso, nós ainda enfrentamos um processo interno numa disputa que eu diria saudável, importante e até muito própria da vida do PT e uma disputa muito positiva que fiz com o companheiro Waldir Pires.

Política Hoje: Esta disputa entre o senhor e Waldir Pires seria um reflexo de falta de unidade ou de diversas frentes dentro de um mesmo partido ou pelo fato de ser um partido ultrademocrático, digamos assim?

Pinheiro: Veja: um cidadão ou uma cidadã pode pleitear um cargo dentro do PT independente dos desejos das correntes. Tanto é verdade isso que todas as correntes apoiaram minha candidatura, então eu encontrei gente de todas as correntes que apoiaram minha candidatura. Tanto é verdade isso que majoritariamente nós terminamos isso logrando êxito na minha indicação, agora também é dado a correntes a indivíduos a linha de pensamento optar por fazer a disputa. Eu me recordo que em uma das escolhas de Lula ele teve que fazer uma prévia com Suplicy, mas alguém pode dizer que ele extrapolou, não o Suplicy usou uma das ferramentas democráticas que o PT tem o processo de debate de escolha interna. Eu diria até que é muito salutar, foi bom até, primeiro porque você vai fortalecendo a democracia com o instrumento do debate e segundo que como eu era o último candidato a entrar na chapa, o próprio processo interno do PT serviu para eu reacender a militância, mobilizar, lembrar que nós tínhamos uma candidatura, então, portanto eu diria que eu terminei ganhando um pouquinho com esta demora na medida em que a candidatura também foi se espalhando nas bases do partido. Imaginou se não tivesse acontecido isso? No dia 30 de junho basicamente que a nossa convenção foi 27, eu estaria tendo que informar a todos os militantes do PT, onde quer que eles estivessem, que eu não era mais candidato a federal e sim candidato ao Senado.

Política Hoje: Ficou algum mal estar com o PCdoB, porque de alguma forma na campanha das eleições de 2008, quando o senhor se candidatou a prefeito, Olivia Santana [vereadora] retirou a candidatura e apoiou o senhor e eles esperavam que houvesse ao menos uma suplência e nem assim?

Pinheiro: Não eu não sei de seqüelas. Inclusive na realidade quando, digamos assim, do surgimento da vaga pro Senado…olha que inicialmente ela não veio pro PT. Inclusive se um outro deputado naquele momento ali tivesse topado a empreitada de colocar o seu mandado em risco e se candidatar ao Senado, a vaga não viria para mim, então na realidade esta vaga do Senado foi disponibilizada para outros partidos antes de chegar ao PT, então tanto eu quanto Waldir Pires quando entramos na disputa, entramos inclusive depois da desistência de alguns partidos. Por exemplo, o PDT disse ao governador que só se interessava em entrar na majoritária se fosse na vice [vice-governador], no Senado eles optavam por não correr risco com a reeleição de uns de seus quadros. Então na realidade eu também estou saindo para uma disputa que eu acredito inclusive na efetiva chance de ganhar, mas todo mundo sabe que eleição não tem facilidade. Saí de 19 mil votos na minha primeira eleição para deputado federal para 200 mil na última. Então a tendência natural, ainda que perdesse muitos votos é uma tendência de reeleger. O mandato então é uma prática…Não considero como um sacrifício. Larguei um mandato certo por um duvidoso? Isso não, porque na minha opinião eu estou deixando de fazer uma disputa que era certa, para ir para uma disputa que na minha opinião também tem os contornos e os caminhos da certeza.

Política Hoje: Com relação à postura do candidato e formação do candidato, falo até esteticamente, a Dilma Rousseff passou por algumas cirurgias, tonalidades de cabelo, corte. O senhor acha que isso é um fator primordial para que o eleitor tenha a imagem.. para o senhor isso faz parte da conquista do voto?

Pinheiro: Eu acho que a melhor imagem é a imagem que o eleitor extrai do nosso comportamento, das nossas ações, da nossa conduta, da nossa postura. Não sou uma pessoa muito afeita a esse, vamos chamar assim, embelezamento eleitoral, tanto é que utilização de foto às vezes eu reclamo muito quando o pessoal usa muito pó, porque daqui a pouco o eleitor me encontra na rua e não vai nem me reconhecer, o cara que tá na foto é um e aqui pessoalmente é outro. Então porque as pessoas vão lidar comigo no dia a dia, a foto é justamente para você associar o nome a figura, então se essa foto é tão modificada fica difícil pro eleitor. Eu não tenho problema nenhum com a queda dos meus cabelos eu acho até (risos) que faz parte do natural da vida, portanto não pretendo fazer nenhum implante, não tenho nada contra a quem fez pelo amor de Deus.

Política Hoje: Com relação à ferrovia Leste-Oeste. A licitação foi suspensa e depois retomada. O que houve de fato com isso ai, é um programa que de fato o governo vem trabalhando, enfim a uma relação com o governo federal também.

Pinheiro: Essa obra eu diria a você que eu tenho uma participação muito especial nela e até para fazer justiça teve um deputado federal na Bahia que também trabalhou muito comigo que é o deputado João Leão [que foi secretário da Infraestrutura do governo Wagner, autor do projeto conhecido como “buraco zero”]. Muito antes de qualquer coisa nós batalhamos muito para esta questão do recurso, no PPA, no orçamento da União pra gente tocar esta ferrovia leste-oeste que não é um projeto que saiu da cabeça inclusive do governo Lula. Se a gente for pegar ai os dados históricos você vai encontrar este traçado inclusive desde 1996, lógico que não o mesmo traçado, as linhas gerais mudaram e na Bahia um ex-deputado inclusive, que eu tive a oportunidade em conjunto com o governador visitá-lo foi uma das pessoas que a vida inteira clamou por esta rodovia, eu acho que o grande mérito do governo Lula foi exatamente retomar as questões das ferrovias e no particular na ferrovia leste-oeste nós tínhamos uma disputa muito grande, é importante que as pessoas entendam isso. Tivemos um verdadeiro enfrentamento para esse projeto andar até porque nós tivemos muita resistência, o que aconteceu agora com a licitação foi algo muito próprio de modificações sugeridas pelo TCU. O TCU fez alguns ajustes e esses ajustes obrigaram a Valec a ter que mexer no conteúdo. As empresas que estavam no processo anterior sentiram-se prejudicadas, porque elas avaliavam que com as alterações, corretas inclusive pelo TCU elas poderiam perder tempo com as alterações, elas poderiam sofrer qualquer tipo de abalo na questão do processo licitatório, seriam prejudicadas, então elas entraram na Justiça e ai atendendo a essa solicitação e antevendo a possibilidade de problemas jurídicos a Valec terminou se antecipando e disse vamos lá a gente cancela isso e com base nesses novos dados a gente abre um novo edital, então no dia 16 de julho a Valec retomou novamente o edital e o presidente Lula na ultima vez que esteve aqui em Salvador disse a Wagner que ele quer participar do momento da pedra fundamental da ferrovia, ou seja o que significa isso? Isso tem que ocorrer até o dia 31de dezembro de 2010, portanto como compromisso assumido por ele e principalmente na época pela ministra Dilma com quem eu e o João Leão conversamos diversas vezes sobre a ferrovia leste-oeste

Política Hoje: O senhor foi secretário de Planejamento e está aí no factual dos últimos dias esta questão da Oscip Instituto Brasil, que tem de acordo com o que está sendo publicado um tipo de convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e com a Secretaria de Saúde do Estado. O senhor tem conhecimento deste convênio? O que é que existe de irregular que está sendo apontado pelo Tribunal de Contas do Estado, o conselheiro Pedro Lino? Existe alguma irregularidade de fato ou não, o senhor tem conhecimento?

Pinheiro: Não, eu não tenho conhecimento dos convênios até porque mesmo parte dos convênios eles geralmente são processados diretos pelas secretarias, ainda que a secretaria do Planejamento tenha uma visão geral, mas a participação nossa no planejamento e até na locação de recursos ou na abertura da implantação orçamentária, nós fazemos isso de forma muito macro, então o tratamento de cada convênio, cada forma de empreender, as secretarias têm, até por um conceito formal de gestão de operação, têm a responsabilidade. Mas a máxima que a gente sempre adotou na Secretaria do Planejamento e que é uma atitude inclusive orientada pelo governador é que os gestores por uma orientação interna, uma ampla fiscalização, com rigor, o governador chegou a usar uma expressão muito forte, ao invés de marcar audiência que cada um inclusive contrate seu advogado porque não tem nenhum sentido conduzir estas coisas da relação extrapolar aquilo que é chamado o limite da lei. Então, portanto, como nós da secretaria inclusive não operamos um processo de auditagem, isso não é tarefa da Seplan, na medida que os convênios, no caso da Secretaria de Desenvolvimento Urbano quanto da Secretaria de Saúde, os convênios são feitos muito com grau não só de autonomia, mas muito também tocado pelos técnicos. Então a Seplan não tem como descer a detalhes imagine aí centenas de convênios em que nós teríamos que ter um nível de centralização, por um lado a gente não teria a capacidade de acompanhar e por outro a gente tenderia a promover um processo inclusive de retardamento dos contratos na medida que cada um tivesse que passar pelo crivo da Secretaria de Planejamento.

Política Hoje: Pinheiro senador. O que é que Pinheiro pretende fazer? Existe uma plataforma de campanha, obviamente, mas de que forma o senhor pretende atuar no Senado a ponto de ser avaliado quando deputado como deputado nota 10?

Pinheiro: Eu tive uma experiência boa na Câmara, na minha vida na Câmara eu tenho muita satisfação… Às vezes chega alguém e diz: mas você está a fim de sair da Câmara? Tal deputado está saindo e tal? Estão desgostosos!!! Eu não tenho nenhum desgosto! Ai você fala: ah, porque tem problema, tem corrupção. A Câmara e o Senado, eles representam, eles têm o estrato da sociedade, vai ali para dentro o que tem aqui fora, então eu aprendi muito. A Câmara foi uma grande escola, eu tive graças a Deus a oportunidade aprender e desde o dia que cheguei como deputado sempre estive na lista dos cem mais influentes, por duas vezes fui escolhido, inclusive, entre os 10 deputados mais atuantes, aliás entre os 10 congressistas, porque a escolha envolvia também senadores da República e eu quero fazer uma espécie de passagem de uma casa para a outra, não como uma ascensão, porque eu não considero que a Câmara está a baixo do Senado, eu diria que está no mesmo patamar e acho até que muito mais difícil de você aprovar, em uma casa tem 513 e a outra 81, mas a passagem porque tem experiências e fatores que se agregam ao Senado que são muito diferentes. Senado é quase eleição majoritária, então você ganha um outro patamar de poder, digamos assim olhar de forma mais ampla quero também construir nesta passagem um caminho que é o caminho que eu construí a vida inteira na Câmara. Construí uma plataforma de campanha discutindo muito com a base eleitoral, tenho feito isso pelo twitter, pela minha página, nas reuniões, nos grupos de apoio, eu sempre fiz plenárias de mandato, a cada três meses a gente fazia avaliação, todo ano nós tínhamos plenária de avaliação do mandato, discussão com as bases plenárias regionais, então eu quero levar para o Senado esta mesma prática até para aproximar o Senado destas pessoas, eu acho que essa é uma etapa importante, até pela capilaridade é natural, nós temos 54 candidatos a federal na nossa chapa e ao Senado nós temos dois, então é natural que a Câmara fique mais conhecida que o Senado, mas esse é o primeiro desafio, eu tenho discutido muito com Lídice que é no sentido de empreender um movimento tal que o Senado passe a ser um local onde as pessoas vivem, estabelecer uma relação local, ninguém mora na União, ou mora no Estado, a gente mora no município, a gente mora na rua. Sou um deputado muito ligado a área de ciências e tecnologia, mas fui um dos deputados mais destacados na área da agricultura desde que cheguei no Congresso Nacional, no entanto pegando as duas pontas, algo que ainda tem elementos muitos primários da atividade e outros mais sofisticados trabalhei a vida inteira para resolver graves problemas na vida do homem do campo, que na Bahia tem mais de 600 mil famílias vivendo da agricultura familiar e quero ter a oportunidade de discutir isso tratar das pessoas com deficiência que é uma coisa que me assusta por que a pessoa com deficiência hoje na realidade ela é condenada duas vezes, porque obviamente ela sofre pelo fato da deficiência e ao mesmo tempo uma espécie de, diria até condenação por parte da sociedade. Do ponto de vista institucional, o mais importante é você poder modificar, abrir mais o Senado, essa coisa da transparência, o orçamento cada vez mais aberto e usar o nosso mandato como ferramenta, eu não posso querer só um mandato para chegar lá e dizer nos estamos indo lá só para apoiar Dilma, o que Dilma mandar a gente faz, isso não tem nem nobreza numa atitude dessas, apoiar algo desse gênero, eu quero apoiar ela. Tanto eu como Lídice e acho que essa é a oportunidade que a gente tem, uma oportunidade ímpar, a eleição de dois senadores, somando-se com João Durval.

Política Hoje: No início da campanha houve um, não sei se posso chamar isso de atrito, mas houve um certo mal estar, que foi aquela coisa das pichações dos muros, que não picharam o nome de Lídice porque faltou tinta. De certa forma chegou a dizer segundo alguns jornais que Lídice abandonaria a candidatura caso não tivesse esse acompanhamento esse trabalho pelos dois senadores como foi acordado. Existe isso de fato, como se fala uma assessoria separada para Pinheiro e outra para Lídice, vocês têm um trabalho conjunto ou não?

Pinheiro: A gente tem um trabalho em conjunto. Agora é natural Lídice ter um mandato e eu também ter um mandato, é natural inclusive que a gente tenha assessores que tenham proximidade, inclusive o PSB deslocou assessores para a campanha dela, como o PT também deslocou assessores para essa campanha em conjunto, mas que tem uma relação própria com o partido. Nós inclusive estamos inovando, qual é a campanha de Senado na cidade… que inclusive o jingle é um jingle em comum para nós dois. O PT nunca foi disso, Lídice disputando pelo partido dela, eu também nunca vi em outras etapas e outros partidos nunca fizeram isso, essa é a primeira experiência que a gente vê aqui na Bahia, mesmo na campanha de Waldir que tinha dois senadores e elegeu os dois, a campanha não era tão junto assim, com material em conjunto, com adesivo em conjunto, com jingle em comum. Você vai ver o nosso programa eleitoral será um programa comum, agora tem uma hora que fala Lídice e tem hora que falo eu, até pelo fato de ser um par, a gente podia até combinar bem, mas como brinca Lídice, ela é uma companheira da rua, porque em casa eu tenho uma companheira que se chama Ana. Você diz ai que teve rusgas no início, tá fazendo campanha, o PT não pode estar fazendo isso ou aquilo, o PT foi o maior defensor do da candidatura de Lídice para o Senado, alguns inclusive chegaram a acusar o PT de que o PT havia se comprometido com Lídice desde a disputa da prefeitura, havia se comprometido com a vaga futura ao Senado, então o PT defendeu. Jonas Paulo como presidente do partido defendeu a candidatura de Lídice, como um bom nome, como um grande nome, não levou em consideração nenhum aspecto de densidade eleitoral de tamanho de partido ou coisa do gênero. Ou seja, são dois mandatos consolidados a gente se ajusta tranquilo, as rusgas são resolvidas porque são deputados e no caso a deputada, agora nossa senadora uma figura assim como eu já com experiência política. Então não podemos deixar que uma tinta no muro possa manchar essa boa tela que vamos pintar.

Política Hoje: Pra finalizar eu queria saber como é que você pretende conquistar os votos que ainda não conquistou?

Pinheiro: Olha, eu parto do princípio que eleição você ganha exatamente com esforço, o governador até usa uma expressão muito interessante, “Salto alto não cai bem para campanha eleitoral, cai para quem vai para um bar etc e tal” e eu nunca fiz projeções em campanha nenhuma minha, o desafio sempre nos meus comitês de campanha eu digo ao pessoa parta do princípio que todo dia você tem que começar tudo de novo. A aurora é lenta, mas ela avança e avança muito e todo dia de manhã se descortina um novo dia, então vamos embora vamos para a frente. É nesse espírito empreendedor, disposto querendo envolver as pessoas, eu acho que a gente não pode fazer uma campanha que a gente não discute que a gente não levante, que a gente não traga para dentro, não agregue o maior número de pessoas possível e eu quero fazer chegar ao ouvido das pessoas, a mente e principalmente aos corações daqueles que ainda não se decidiu ou que ainda não tomaram conhecimento a nossa proposta, óbvio que vou ter muitas dificuldades, as campanhas de TV ajuda muito, a internet auxilia por um lado, mas nada como uma mão no ombro uma mão na mão e os olhos nos olhos, falando com as pessoas essa é a melhor forma. Agora claro que o testemunho daqueles estiveram conosco em outras etapas ele é um testemunho importante por isso que eu digo que o maior instrumento da nossa campanha é a nossa vida, como tá na moda agora o melhor testemunho é nossa ficha, tem gente que tem a ficha corrida, eu prefiro ter uma ficha comprida e não corrida. Portanto eu acho que essa que é a melhor coisa que a gente tem que contribuir e campanha eu acho que se a gente não tomar cuidado ela nos causa estresse campanha tem que ser feita com rigor com esforço, mas a gente tem que ter muito cuidado para que ela não nos engula.

Por Marcos Russo


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