BAHIA SÓ SERÁ JUSTA COM O DESENVOLVIMENTO DO SEMIÁRIDO, DIZ SOUTO
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03 de agosto de 2014BAHIA SÓ SERÁ JUSTA COM O DESENVOLVIMENTO DO SEMIÁRIDO, DIZ SOUTO
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“O sertanejo é antes de tudo um forte. Se eleito, eu vou unir a força do governo à deste povo guerreiro para transformar as condições de vida do Sertão. Porque a Bahia só será justa com o desenvolvimento da Região do Semiárido”, afirmou o candidato a governador, Paulo Souto, da coligação “Unidos pela Bahia”, neste sábado (02), nas visitas a Tanquinho, Nova Fátima, Gavião, São Domingos, Valente e Santa Luz.
No périplo pelo Sertão, iniciado pela manhã, ao lado do companheiro de chapa Geddel Vieira Lima, candidato a senador, Paulo Souto reafirmou seu compromisso de trabalhar pelo Sertão. “Já fiz e quero fazer muito mais pelos baianos que vivem no Semiárido, região que abrange 65% do território de nosso estado”, disse, destacando que, com o apoio de Geddel em Brasília, vai lutar para que o Governo Federal adote um Plano Nacional de Desenvolvimento do Semiárido.
“O nosso candidato a senador Geddel Vieira Lima, que tanto fez pelo Semiárido, quando ministro da Integração Nacional, será a nossa voz em Brasília para convencer o Governo Federal a criar este programa de forma articulada com todos os estados nordestinos, com orçamentos plurianuais aprovados pelo Congresso Nacional e com autonomia de ter continuidade ao longo de diferentes governos”, explicou Paulo Souto.
“Faremos a nossa parte aqui, na Bahia, com a construção de novas barragens e a reativação da política de recursos hídricos, que foi abandonada pelo atual governo petista. Em oito anos, eles não fizeram uma barragem. Além disso, vamos estruturar um sistema produtivo consistente para a região, através do Programa Estadual de Desenvolvimento do Semiárido, com diversas ações, a exemplo do novo Cabra Forte, o Nossa Fibra e o Produzir”, disse o candidato a governador.
“Vamos retomar a política de atração de empreendimentos industriais para o interior do estado, que também foi esquecida pelo governo petista, incapaz até mesmo de segurar as indústrias que existiam em diversas cidades, mas fecharam ou foram embora por falta de apoio do PT”, disse Paulo Souto.