“Alívio. Quando você enfrenta uma equipe do G-4, trabalho longevo. Enfrentei em 2023 com o Mozart e era o mesmo jeito de jogar. O Ronald trabalhou lá. Clube sério, que honra com os compromissos e investe em estrutura. Muito difícil de marcar, mas nossa atmosfera hoje foi maravilhosa. Mais uma vez nossa torcida nos empurrou”, disse o treinador.
Tiramos o momento que vivíamos, em que chegava o fim do jogo e pensávamos que íamos tomar a virada.
Com 42 pontos e ocupando a 15ª colocação, o Leão da Barra depende apenas de si para escapar do Z-4. Ainda faltam duas rodadas para o fim da Série A.
“A vida dos jogadores é muito curta. Cada contrato tem que ser o contrato da sua vida, o ano da sua vida. Temos que dar nosso máximo sempre, é sobre sua carreira, sua vida. Depois, quando passa o tempo, bate o arrependimento. Espero que eu possa trabalhar durante muitos anos”, disse Jair Ventura.
Meu primeiro jogo como treinador profissional foi em 2010, mas é como se fosse meu primeiro trabalho.
“Vim para cá para dar felicidade à nossa torcida, resgatar atletas, potencializá-los. Para a gente é muito prazeroso ver que os atletas estão valorizados quando eles alcançam seus objetivos. Fico feliz por potencializar jogadores ao longo da minha carreira, e a gente vai encontrando eles pelo caminho.”, completou.
O Vitória volta a campo na próxima quarta-feira, às 19h, quando encara o Bragantino em partida atrasada da 34ªrodada do Brasileirão.
